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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Recursos naturais

Passou o período mais longo sem escrever no blog, agora está tudo nas redes e o tempo e a motivação escasseiam, mas em período de férias há finalmente oportunidade de voltar aqui. Nestes interregnos, há algumas marmitas, algumas refeições em casa e cada vez mais a tentativa de reduzir nas embalagens, não propriamente com lojas completamente a granel mas mesmo em superfícies comuns. Porque a juntar a isto temos tentado procurar bons alimentos mas não ir à falência, e está tudo cada vez mais caro (talvez já tenha dito isto por aqui). Na altura da crise, quando este blog começou, eram os rendimentos que diminuíam mas os preços nem subiam muito; agora acho que os rendimentos estão iguais mas tudo está a subir! 

(tofu com pesto, massa integral, abacate e peixinhos da horta e curgete em polme)
 
Ontem as notícias davam conta de que se assinalava o dia no ano em que o planeta esgota os seus recursos naturais para o ano completo. Cada acção conta, e as recomendações da associação ambientalista Zero passam por:
- apostar numa economia circular onde efetivamente a utilização e reutilização de recursos é maximizada;
- reduzir o consumo de carne e peixe, cuja produção envolve elevados consumos de energia, e o desperdício alimentar;
- procurar a maior eficiência energética.

O livro da Béa Johnson e a sua conta de Instagram são uma óptima inspiração!


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

O vegetariano mais antigo de Lisboa

Já foi há alguns dias que estivemos no aniversário d'Os Tibetanos mas uma segunda-feira parece o dia perfeito para este post! Os Tibetanos abriram em 1978, o primeiro restaurante vegetariano em Lisboa, e assinalaram os 40 anos com um novo menu, que continua a ser inspirado na cozinha não só do Tibete mas também da Índia, Japão, Brasil e África em geral. Nunca tínhamos estado no restaurante, pensando - depois da experiência do Templo Hindu - que a comida fosse demasiado picante para o que podemos tolerar. Não é o caso, pelo menos na degustação que foi apresentada. Aliás, o agridoce dos crepes de vegetais e o seitan com manga estavam mesmo perfeitos, mas especialmente os pastéis com lentilhas, mais spicy mas no ponto. Nos doces, a tarte com papaia é excelente. Hoje em dia há muito mais oferta de restaurantes vegetarianos ou de opções vegetarianas em restaurantes comuns, especialmente se falarmos da capital e das grandes cidades. Para nós, que não somos vegetarianos, estes restaurantes sempre nos atraíram por darem outros sabores aos vegetais, por se poder alternar e variar da alimentação do dia-a-dia e porque servem bem para reduzir o consumo de carne - com as famosas 'meatless mondays'! Além disso, dão sempre algumas ideias para tentarmos reproduzir em casa e tirarmos mais partido dos vegetais. 



Rua do Salitre, 117, Lisboa
O restaurante está no Zomato Gold

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Mercantina do cevadotto

Todos os dias se ouvem queixas da gentrificação que se instalou em Lisboa e Porto, sobretudo. Os preços sobem por causa dos turistas e da ocupação da habitação com alojamento local, mais rentável, e os que não conseguem pagar os preços estabelecidos pelo mercado vão sendo afastados para mais longe, a periferia, a cidade cresce. Como combater uma tendência que resulta de vários factores, resistir-lhe e contorná-la? Ou como tirar proveito dela? Uma das coisas que já vinha mudando, mas se acelerou nos últimos tempos foi a oferta de opções vegetarianas ou mesmo vegan nas cidades. (Ainda temos que vos falar aqui do restaurante vegetariano/ macrobiótico de Castelo Branco!) E essa mudança, ou a aceleração dessa mudança, pode bem estar relacionada com o aumento de turistas. Outra coisa positiva, típica de cidades grandes, é encontrar alternativas para fazer refeições a qualquer hora do dia e noite. Lisboa está a crescer com o mundo a passar por ela.


Estivemos a conhecer a carta de Verão da Mercantina e podíamos falar de como gostamos das massas (vamos a restaurantes italianos mas acabamos sempre nas pizzas) mas preferimos destacar o facto de servirem pela tarde fora, num ambiente que se torna mais descontraído do que nos restaurantes com "horas limitadas" para os serviços, e as opções vegetarianas, que foram mesmo as melhores surpresas. O cevadotto (uma espécie de risotto com cevada) de espargos verdes e conserva de cogumelos pleurotus com puré de ervilhas é daqueles pratos que vai marcar a nossa memória de um restaurante (neste caso, dois, já que a Mercantina existe no Chiado e em Alvalade). Em vez de ser o cevadotto da Mercantina, é a Mercantina do cevadotto. Para conhecer numa próxima ocasião ficou o Quinotto” com legumes da época, sementes torradas de linhaça, abóbora e girassol. 


A Marmita Lisboeta está no Zomato   

domingo, 19 de março de 2017

Couves de Bruxelas com tâmaras

Andamos a criar um (bom) hábito de criar saladas simples mas diferentes, saborosas - e, esperemos que concordem, bonitas - ao Domingo... (aqui a salada de couve e aqui a cenoura à algarvia). Desta vez foram as couves de Bruxelas a que acrescentamos algo doce, docinho, para balançar aquele amargo óptimo... Uma proposta para marcar este fim de Inverno, que pode ser consumida quente ou fria.



A receita...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Cenouras à algarvia, e uma [dica]

Fins-de-semana sem trabalhar até parecem estranhos.... estar com amigos, família, descansar, exercitar corpo e mente, e poder cozinhar algumas coisas diferentes. Simples, sempre, mas diferentes. Estas cenouras à algarvia estavam na minha lista há demasiado tempo, mas acabaram por só vir parar à mesa agora. Usei a varinha/robot da Bosch que recebi no Natal, em poucos segundos a cenoura está cortada e o alho picado. Dão para marmitas que não se possam aquecer, que não se tenham que temperar na hora e para pessoas que não possam/queiram comer coisas cruas. Para quem não goste de cominhos, podem passar essa parte, mas aqui adoramos!


Btw - dica alert! - , o robot da Bosch está em 35% de desconto na Worten até 1 de Março:
 
 
A receita...

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

[Sair] Organii Ecomarket

Acontece esta Sexta e Sábado (4 e 5 de Novembro) a primeira edição do Organii Ecomarket (coincidindo com o Open Day do Lx Factory*), um evento dedicado a consumo ecológico, incluindo na alimentação, mas também na cosmética e moda. Além da vertente de mostra e vendas - com mais de 50 marcas que partilham os princípios ecológicos -, há vários eventos formativos: palestras, workshops e showcookings, nas temáticas de alimentação e culinária, entre outras. Para comer, há opções vegetarianas, vegan ou macrobióticas, com alimentos biológicos.



Vou tentar apanhar o workshop da Bea Johnson, autora do livro Desperdício Zero!

Organii Ecomarket, 1ª edição
4-5 Novembro 2016 (4: 19h-22h; 5: 11h-22h)
LxFactory, Rua Rodrigues de Faria 103, 1300 Lisboa
Entrada livre, mas inscrição recomendada em www.organiiecomarket.com
Página Facebook
*O Open day concentra muita afluência, pelo que se recomenda a utilização de transportes públicos.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

[For a change] Manteiga de amêndoa

Tivemos o privilégio de assistir a um showcooking do novo livro da Gabriela Oliveira, Cozinha Vegetariana para quem quer ser saudável, no 39 Degraus, na Cinemateca Portuguesa, que chegou oficialmente às bancas no dia 8 de Maio. Recolhemos pequenos truques e dicas sobre onde encontrar boas opções no mercado, agora que lá por casa o seitan e tofu fazem parte das ementas semanais.



Enquanto não fazemos alguma das receitas do novo livro, e depois da boa experiência da "Nutella" à portuguesa, com amêndoa e alfarroba, aventurámo-nos na manteiga de amêndoa a partir da receita do primeiro livro desta colecção, Cozinha Vegetariana para quem quer poupar. Com amêndoa (esta era do Algarve), um robot 1,2,3 da Moulinex e "paciência", como adverte a Gabriela nas instruções do livro!, consegue-se esta pasta bastante agradável, que faz lembrar os doces de massapão do Algarve sem o açúcar associado! (A receita sugere agave, opcional, mas acrescentei mel e um pouco de canela.) O 1, 2, 3 aguentou-se, mas aqueceu bastante e acabei por ter que fazer uns pequenos intervalos... Dá para barrar em pão ou tostas (sendo uma gordura mais saudável e sem sal em relação à manteiga tradicional), juntar à fruta ou às papas.

Manteiga de amêndoa...

sexta-feira, 10 de abril de 2015

[Novidades no mercado] Almôndegas vegetarianas no Ikea

Chegaram as almôndegas vegetarianas ao Ikea. Grönsaksbullar, em sueco. Têm ervilhas, cenoura, pimento, milho, grão, couve, cebola, amido e proteína de ervilha, pimenta preta, salva e louro e óleo de canola. (As clássicas do Ikea continuam a servir-se, claro.)

Yay or nay?

segunda-feira, 2 de março de 2015

Seitan com bulgur

As meatless Mondays passam facilmente a meatless Tuesdays, via marmita que prolonga o jantar de segunda. O seitan e tofu, já o disse, entraram em nossa casa pelo sabor, é certo, mas também por serem soluções económicas e práticas, e não só pela parte saudável. O bulgur entrou pela mesma porta e na mesma levada. Esta é uma receita perfeitamente rotineira e tão reconfortante, deixa-nos leves mas com energia para uma tarde de trabalho. E não tem que haver mais história do que isso...


A receita...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Lasanha verde de soja com legumes

Ups, mais uma receita vegetariana e mais uma receita na Moulinex Cuisine Companion. E foi definitivamente a melhor receita que já fiz com soja. Se não fosse o preço particularmente baixo da soja ou os seus benefícios para a saúde, o argumento seguinte seria a alternativa à carne picada, que recentemente surgiu nas notícias por ser um ingrediente dificilmente em boas condições nos estabelecimentos. Pode-se preparar com a lasanha branca, mas a verde bate essa aos pontos. Vejam o truque para ficar bem cozida sem ficar seca no final das instruções. Se conseguirem cortar a lasanha e colocá-la direita na marmita (o truque é untar com um pouco de azeite o tabuleiro, ou preparar num de silicone, e servir com uma espátula), então terão um almoço daqueles que nos fazem querer passar o relógio adiante.

A receita...

domingo, 1 de fevereiro de 2015

[Dia Um na Cozinha] Risotto de trigo

O blog comemora três anos! Há três anos, foi um pontapé para a frente para animar os meus dias e não só não me arrependo como tem sido muito melhor do que alguma vez pensei. Desafia-me a querer fazer mais, a aprender, a pesquisar, a conhecer novas pessoas, e sempre a partilhar esse percurso com outros. Se gostava que interagissem mais comigo: gostava! Não partilho muita intimidade nem coloco fotografias tcham e superproduzidas, não digo mal, mas sei que vocês andam por aqui a ler e não dizem muito... Uma das coisas de que mais gosto é dos desafios, seja das comunidades de bloggers na internet, seja das marcas, que levam a pensar numa receita para um determinado tema. E para o Dia Um... Na Cozinha!, cujo tema é a cozinha vegetariana, não poderia falhar! Porque esta cozinha é o melhor sinal do que mudou desde 2011, que tem sido incorporar a comida vegetariana, que já comíamos por vezes fora de casa, nas rotinas semanais. Afinal não dá assim tanto trabalho, ganha-se em saúde e varia-se do 'outra vez arroz'.

A ideia para esta receita em específico veio directamente do livro de receitas da Moulinex Cuisine Companion, que está cá por casa para "relação temporária", para preparar trigo sarraceno, de forma que ficasse com sabor mais intenso. Com o robot, a ideia de um risotto parecia-me muito bem, porque fica a máquina a mexer!


A receita...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Guisado de legumes e uma mensagem

O mês de Janeiro está a ser particularmente violento em termos de trabalho, e ainda surgem novos projectos com o blog, mas quem corre por gosto não cansa e nos breves segundos antes de adormecer de cansaço (afinal se calhar cansa um bocadinho) penso que tenho sorte em fazer o que gosto e ser recompensada por isso. Isso mesmo mo relembrou uma das mensagens da "Ser Feliz", da Grand'Ideia, que coloquei na marmita para "ver mais tarde". Assim o género de 'uma mensagem por marmita não sabe o bem que lhe fazia', enquanto comia um óptimo guisado de legumes preparado na Moulinex Cuisine Companion que está de visita lá a casa, simplesmente porque foi a primeira receita que encontrei em que tinha to-dos os ingredientes já em casa. O travo da pastinaca / cherovia dá um toque meio apimentado, meio noz moscada, entre a batata e a cenoura, que me encanta. Mas para quem não encontre ou não goste deste tubérculo (costumo comprar no Celeiro, da Quinta do Arneiro) pode substituir por batata doce, por exemplo, e aí tem um óptimo acompanhamento para carne ou peixe. A vantagem de o ter preparado no robot da Moulinex é que este tem os programas pré-definidos, ou seja combinações de temperatura e tempo, sempre passíveis de ser alterados, que ajudam quando o tempo é escasso e ficam a fazer enquanto damos conta de outra tarefa qualquer. Ou dormimos uma sestinha.





terça-feira, 7 de outubro de 2014

Muffins salgados de espinafres e cenoura

Setembro é tempo de novas rotinas, mas por aqui vamos em Outubro e ainda não encontrei bem a nova rotina. Ter mais tempo nem sempre significa estar mais organizado, aprendo agora. A vontade de fazer coisas novas nem sempre joga certo com a capacidade de organizar ingredientes, preparações e receitas. Mas vamos, se o ânimo não nos falta! Regressei ao ginásio, depois de ter estado parada devido a dores nas costas, seguidas pela recuperação da extracção dos sisos... Dios, agora só quero saúde! E quando sabemos o que queremos e estamos focados, o dia pode não dar para tudo, mas dá para o mais importante. Estes muffins são o reflexo deste momento em que estou, sem ter sequer os ter fotografado fora da forma :D e sem terem a pretensão de serem light, mas são só verdes porque SIM! Dão para o meio da manhã, ou "safam" um almoço que tenha sopa e uma salada vermelha ou amarela... só para não ser tudo verde.

 

Muffins salgados de espinafres e cenoura
2 cenouras grandes (cozidas ou cruas)
espinafres
2 Chávenas farinha trigo sem fermento
1/2 chávena buttermilk (leite com sumo de meio limão durante 5 minutos)
2 colheres chá pó royal
1 queijo fresco magro pequeno (pode-se substituir por quark ou requeijão magro)
sal
noz moscada e pimenta, ou pimenta Jamaicana
1 colher chá de alho picado
2 colheres sopa sementes linhaça
2 colheres sopa óleo Amendoim Fula
opcional: 1 ovo

Para o buttermilk, colocar 1/2 chávena de leite com sumo de meio limão e deixar actuar durante 5 minutos.
Se tiver sobras de cenouras cozidas, reduzir a puré; caso estejam cruas, misturar a cenoura e os espinafres com óleo e triturar com varinha mágica.
Misturar farinha, Pó Royal, alho, sementes e especiarias numa taça, juntando depois a mistura da cenoura e espinafres. Misturar depois o queijo, desfeito com garfo, e temperar com sal. Pode juntar mais o ovo para dar mais consistência.
Levar ao forno em formas de silicone ou em formas untadas com um pouco de margarina durante 20-25 minutos a 180ºC.

A Marmita Lisboeta está no Facebook / no Instagram (@ marmitalisboeta )  / no Zomato

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Lasanha verde com tofu

Na sequência de uma intervenção dentária, precisei de encontrar soluções que fossem texturas moles, mas sem implicar necessariamente passar toda a comida. Sim, é triste. Daí saiu uma lasanha que é verde não por ter muitas verduras, mas por a própria massa ser verde, entrecortada com o tofu que já se instalou de armas e bagagens lá por casa. 

Foi também a primeira vez a usar uma forma de bolo inglês/pão de silicone da Tescoma que é muito firme, além de poupar ter que se untar ou deixar metade da lasanha nas paredes da forma. Vai bem na marmita, se não se importarem que perca a forma bonita de lasanha, ou então fazendo-a mais baixa num tabuleiro mais largo. Vão-se os dentes, fica a lasanha.


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Vencedores Passatempo MercadoNacional

E aqui estão os vencedores do passatempo MercadoNacional! E os três que vão ganhar um cabaz Sensação são:

Parabéns aos vencedores, que nos devem enviar as suas moradas para receberem o Cabaz de legumes e frutas, e obrigada a todos os que participaram! Mais novidades em breve!

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terça-feira, 8 de julho de 2014

Gaufres verdes

Trouxe a máquina de gaufres de casa da minha mãe depois de regressar da Bélgica, para fazer gaufres à Bruxelas. O que fiz em Janeiro, com umas fotos da máquina nova, que depois me traiu ao dar erro nas fotos desse dia. (Com esse erro também foram as fotos de umas cookies integrais, sniff sniff...) Para quebrar o enguiço, decidi inverter a lógica esperada para a máquina, e preparar gaufres salgados. Uma receita ideal para brunches (nas pesquisas que fiz vi alguns com ovos estrelados por cima), piqueniques ou almoços de marmita ao ar livre, como em alguns dias deste Verão podemos fazer!

Gaufres de espinafres e acelgas
(para 6)
100ml leite magro
100gr queijo quark (ou queijo ralado a gosto)
200gr farinha
1 colher sobremesa Pó Royal ou fermento
2 ovos
1 cebola pequena
200gr espinafres e acelgas picados grosseiramente
2 colheres de sopa de margarina líquida
azeite q.b. 
sal, pimenta, noz moscada q.b.
opcional: 1 colher de sobremesa de alho em pó

Numa frigideira, colocar azeite e saltear cebola picada finamente, até ficar translúcida, e espinafres e acelgas, durante cerca de 10 minutos. Temperar com sal fino e pimenta.
Numa tigela, misturar ovos, leite, queijo quark, farinha, margarina e fermento, temperar com um pouco de sal e noz moscada, mexer bem. Juntar depois a cebola e verdes salteados, envolvendo.
Untar a máquina de gaufres com um pouco de óleo num papel de cozinha e colocar a aquecer. Quando estiver quente, distribuir o preparado na máquina de forma a obter gaufres completos, com altura a gosto.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Hamburgueres de grão para quem quer poupar

Estou rendida ao livro da Gabriela Oliveira. A cozinha vegetariana entra pela nossa cozinha dentro agora que começamos a fazer planos de férias ou simplesmente quando não queremos deixar estragar comida, pensando "fora da caixa", para dentro da caixa-marmita. Foi assim que voltamos aos hamburgueres de grão, que já tínhamos experimentado por aqui, para gastar grão cozido que sobrava por aqui. A receita da Gabriela é bastante substancial e alimenta realmente (mesmo sem batata doce, que não usei porque não tinha cozida), aqui acompanhado por bulgur, e com um sabor muito bom. Os vegetarianos é que sabem.

Hamburgueres de grão e batata doce, by Cozinha Vegetariana para quem Quer Poupar, de Gabriela Oliveira (para 6)
1 batata doce grande cozida (200g)
1 chávena de grão cozido (400g)
1 cebola pequena
1 dente de alho
1 ramo de salsa
azeite q.b.
1 colher café sal marinho
1 colher café cominhos
1 colher café pimentão doce
pimenta de caiena q.b. (não usei)
4 a 6 colheres de sopa de pão ralado, mais um pouco para panar
sementes de sésamo para envolver

Esmagar a batata doce com um garfo e reservar.
Retirar as cascas soltas do grão e triturá-lo no processador, por cerca de 1 minuto, até obter uma pasta granulosa -se prender, juntar 1 colher de sopa de água da cozedura, ou de azeite.
Picar a cebola, alho e salsa finamente.
Aquecer uma frigideira com um fio de azeite e saltear alho e cebola, até ficar translúcida. Juntar batata, grão, sal, salsa, especiarias, envolver bem. Deixar cozinhar durante 3 minutos, mexendo. Apagar o lume e adicionar o pão ralado.
Deixar a massa arrefecer um pouco e moldar os hamburgueres (retirar uma porção, fazer uma bola e achatá-la). Repetir o processo até acabar a massa. Passar os hamburgueres por pão ralado e sementes de sésamo.
Aquecer uma frigideira com um fio de azeite e grelhar os hamburgueres dos dois lados até dourarem. Servir no prato ou pão, guarnecidos com tomate e alface.
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