sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Uma cachupa em Arroios

Há muito tempo que queria experimentar cozinha africana e especialmente cachupa. A ocasião ideal foi uma iniciativa da Junta de Freguesia de Arroios, que até Julho do próximo ano celebra a sua multiculturalidade (existem residentes com 64 nacionalidades naquela zona) com a Volta ao Mundo em Arroios, um projeto BIP ZIP 1/11 (Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária). Até ao próximo Domingo, dia 23, é a vez (a semana) de Cabo Verde, que incluiu workshops, Feira do Livro, Danças Tradicionais, Artesanato, Exposições e Contos Infantis. Mas como uma parte importante de uma cultura é a gastronomia, a Junta de Arroios promoveu um jantar no restaurante Bem Me Quer (com este bolo de chocolate "feio" maravilhoso!), ao pé da Praça do Chile, com a Associação Cabo-verdeana de Lisboa. Menu: cachupa tradicional e vegetariana (porque o restaurante é vegetariano), feitas pelo Vladimir, e o Bilan trouxe a música caboverdiana. Que maravilha! 

Se querem acompanhar o projecto, visitem este site e destaco já amanhã: brunch cabo-verdiano! (e filme às 19h)


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terça-feira, 18 de Novembro de 2014

Dolce Gusto para o Natal

Já abriu a loja pop-up da Dolce Gusto no Almada Fórum! A vantagem é poder combinar cápsulas sem comprar uma caixa de pelo menos 16 das mesmas, para atender aos diferentes gostos das pessoas que se juntam lá em casa por altura do Natal; outra é poder experimentar sabores novos. As caixas com 10 custam €5, com 20, €8 e com 30, €10.


Para quem não mora nem perto de Almada, espreite a oferta exclusiva na net amanhã, dia 19:
Campanha 19/11 com caneca térmica para compras online
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segunda-feira, 17 de Novembro de 2014

Resultado giveaway e um preview do "As minhas receitas para Brunch"


E aí está!! (passatempo e participações aqui)


Parabéns à Ana Sofia Alves, que nos deve enviar um email com a morada onde quer receber o fofíssimo As minhas receitas para Brunch

Senão, vejam pelo preview que a editora cedeu para os leitores d'A Marmita Lisboeta:


Lisboa com turistas (i)

A semana passada não houve marmitas. Nem uma (nenhuma?). Espera, uma: salsichas de soja e massa fusili comidos à mão porque me esqueci de talheres e não tinha tempo de atravessar o local de trabalho para ir procurar. Aliás, mesmo os jantares foram quase todos fora de casa. E só uma razão para sair de casa para jantar foi pessoal: uma festa de anos; as restantes: work, work, work, porque o trabalho também passa por jantares, e almoços volantes uns dias melhores outros dias piores. Um evento na minha área trouxe a Lisboa mais de 1000 pessoas de toda a Europa (e outros), alguns dos quais já fui conhecendo em eventos similares. Como estava na minha cidade, muitos perguntavam por sugestões para comer comida portuguesa, mas com o mau tempo (o da atmosfera), pouco tempo (o do tic-tac) e dificuldade de orientação dos turistas fora de zonas de Metro, o factor localização acabou por vencer. Numa zona onde eu e outros Portugueses não conhecíamos nada (Campo das Cebolas), fomos com mais estrangeiros a um restaurante churrascaria, tipo 'everyday', e se não fosse por ir com pessoas de fora nunca teria reparado num "pormenor": a lista em Português não era traduzida para Inglês e outras línguas, mas adaptada. As opções de meios pratos que existiam na primeira lista não estavam nas "estrangeiras"; e alguns pratos eram eliminados, talvez os mais baratos mas não quis analisar em pormenor... Quando lemos as opções em Português e dissemos 'lamb', a minha colega canadiana-galesa pediu esse e achou graça também às batatas a murro. Ela gostou bastante, outras pessoas também e o meu prato também era bom, um simples robalo grelhado. É possível que haja alguma razão lógica para esta adaptação mas não a consegui alcançar e também não quis confrontar o senhor que nos atendeu, uma pessoa simples e possivelmente não o dono do restaurante. Mas senti-me constrangida pela situação e fez-me temer pela onda de turismo em Lisboa que tem, acho, dois lados (na restauração como na hotelaria, arriscava a dizer): novos negócios a tentar recriar a tradição, gourmet, do bairro, etc, feitos com pessoas mais novas e mais formadas, potencialmente mais caros, enquanto alguns - alguns - dos mais genuínos ou mais antigos, mais populares, continuam a servir-se de pequenos artifícios para ganhar mais alguma coisa. Os mais modernos também têm alguns truques, certo. Estamos melhores nos táxis (pelo que ouço dos visitantes estrangeiros a Lisboa que conheço) mas ainda precisamos de mais. Quando se diz que em Portugal somos bons anfitriões - que somos - esquecemo-nos um pouco do nosso chico-espertismo. Não será isso também uma experiência genuinamente portuguesa?
Foto originalmente publicada por A Marmita Lisboeta no Zomato
Ainda espero voltar ao tema Lisboa com turistas esta semana, até porque não tenho fotos de marmitas nem receitas nenhumas prontas aaaaaaaaaaaaaaai.


sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

Home: Nordic chairs


Thatnordicfeeling.com
http://www.cronullafurniture.com.au/
StudioMDesigns Blog


HouseLooks.net

quinta-feira, 13 de Novembro de 2014

Nutrimento

Foi lançado o Nutrimento, um espaço online dedicado à alimentação saudável. Da iniciativa da Direcção Geral de Saúde, o blog é um espaço interativo destinado à população onde podem encontrar materiais de qualidade, dicas sobre alimentação saudável a baixo custo, notícias ou simplesmente receitas.


Destaque para o livro de receitas para uma alimentação saudável e económica, mas também sustentável.
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Passatempos por aí: Milaneza e Casa de Mateus/24 Kitchen


Casa de Mateus/24 Kitchen - Até 18 Novembro link
Passatempo Querido Chefe Milaneza - Até 7 Dezembro link

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quarta-feira, 12 de Novembro de 2014

Feijoada de choco, e um sol de Outono

No final do Verão, visitámos a Casa das Gaeiras na apresentação dos seus vinhos, branco e tinto, e tivemos o privilégio de visitar a casa centenária, perto de Óbidos, cheia de histórias, da família e mesmo da região e do país, tendo testemunhado as Invasões Francesas. Antigas como a Casa, que também foi cenário da telenovela Sol de Inverno, são as vinhas - que, melhor dito, são velhas. Velhas como poucas, foram agora retrabalhadas para produzir vinhos excepcionais para trazer ao público uma marca que estava como que adormecida. O branco tem uma tonalidade dourada muito bonita, que em tudo me faz lembrar os dourados do Outono. Por isso, um destes fins-de-semana fez-nos companhia para um almoço demorado, daqueles sem tempo. A nós e a uma feijoada de choco que, apesar do que o nome possa fazer crer, por se tratar de feijão branco, é um prato substancial mas não demasiadamente pesado e com um pouco de picante fica mesmo em equilíbrio com o Reserva Branco 2013 das Gaeiras. Não percebo de vinhos, só de momentos, e este evocou-me um dia cheio de histórias e de História, e deu a cor dourada a um cinzento dia de Outono.






Feijoada de choco, com arroz branco
400gr de choco, cortado em cubos
200gr de feijão branco (usei de lata)
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
1 folha de louro
4 colheres de sopa de polpa de tomate
azeite (c. 3 colheres de sopa)
sal
3-4 gotas de Tabasco
1 cálice de vinho branco
1-2 ramos de salsa fresca picada (ou coentros)

arroz agulha cozido

Num tacho, colocar azeite, cebola, alho e louro. Deixar refogar, mexendo. Adicionar polpa de tomate e vinho branco. 
Deitar o choco e Tabasco, temperar com sal. 
Deixar cozer em lume médio durante cerca de 20 minutos.
Verificar se o choco está tenro, adicionando em seguida o feijão já cozido, acrescentar um pouco de água quente e deixar cozinhar tudo junto durante 5 minutos. Cobrir com salsa.
Servir com arroz branco.
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