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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Penne integral com requeijão de azeitonas

Tenho andado menos por aqui, por falta de tempo e também porque as marmitas agora são manifestamente menos, visto que trabalho mais a partir de casa ou tenho trabalho ou reuniões em sítios sempre diferentes. A energia também tem sido menos, não para criar receitas diferentes, mas por vezes para as fotografar e trazer até aqui. Com o tempo quente, não me apetece comer nem cozinhar doces, esses ímans de visitas ao blog, por isso vou estando pelo Instagram com alguns apontamentos do dia-a-dia e aqui pelo blog com a informação que me parece útil para quem o segue, sempre à volta da comida e da cozinha. Mas hoje, pelo menos hoje, deixo uma receita, daquelas que dá para comer quente (vá, morna é melhor nestes dias tão quentes) ou fria, e substancial q.b. para aguentar os dias até chegarem as férias.



A receita... 

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Esparguete de cenoura

Um esparguete fresco e colorido é possível com os "spiralizer", cortadores que fazem espirais nos vegetais: cenoura, aqui, mas também é possível em curgete. Uma solução para cortar nos hidratos, ou simplesmente para comer mais vegetais porque apetece com o tempo a aquecer. Este foi feito com um "spiralizer" emprestado pela minha mãe, porque cada um custa cerca de €20 (se encontrarem mais barato, avisem!), por exemplo na Pollux (Baixa e no centro comercial dos Olivais).

Processa-se assim:

via Amazon

Com uma omelete com espinafres e queijo de cabra Saloio, o esparguete compõe a marmita, acompanhado por um pão pita e uma sopa.


https://www.facebook.com/pages/A-Marmita-Lisboeta/268773549859252

quarta-feira, 18 de março de 2015

[Novidade no mercado e Passatempo] Bagels Thomas

A Bimbo acaba de lançar os Bagels Thomas, um pão que dá para doces como para salgados e que associamos à cultura americana. Por aqui, acompanhou-nos hoje para um complemento a uma sopa: requeijão, salmão fumado com limão, pimenta e endro. Daria para qualquer altura do dia, na verdade.


Neste lançamento, os Bagels estão também a promover um passatempo para ir a Nova Iorque - oh yeah!

Vejam tudo em https://apps.facebook.com/bimbo-new-york/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Couve e rama de beterraba salteadas

Depois da chucrute, uma adaptação com rama de beterraba, que é tão saborosa mas na maior parte das vezes nem se encontra à venda... Depois de assar beterrabas, tinha que arranjar uso para a rama, que empresta a sua cor vermelha ao resto do prato, sem a pedir de volta, e o sabor é muito bom. Esta adaptação continuou no sabor dos cominhos, mas desta vez em sementes, ainda com umas sementes de papoila que não se distinguem na fotografia, o que o torna um acompanhamento com algum crunch.



A receita...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Manteiga de amêndoa e alfarroba

De Nutella, (felizmente) só gosto ocasionalmente. Mas de alfarroba gosto cada vez mais. A alfarroba é o fruto de uma árvore selvagem, que encontramos no Algarve, já que é na costa mediterrânica que se dá. Em tempos de carência, era dada aos porcos, mas tem sido mais e mais recuperada para ser um adoçante natural e substituto do cacau (este pode ter até 23% de gordura e 5% de açúcar, enquanto a alfarroba tem 0,7% de gordura e 38 a 45% de açúcares naturais - sacarose, glicose e frutose), já que não tem a parte estimulante deste.

Contém vitamina B1 (boa para sistema nervoso, músculos, coração), vitamina B2 (ajuda a extrair energia de gorduras, proteínas e hidratos de carbono) e vitamina A (para ossos e dentes, vitalidade da pele e saúde da visão); em termos de sais minerais, contém cálcio, magnésio e ferro, bem como potássio e sódio. 

Se pensarmos que o cacau é importado e este é produto nacional, temos argumentos extra. Pode-se encontrar em farinha em qualquer supermercado ou naturista, e é usado pela indústria para papas e doces.

Com a Moulinex Cuisine Companion cá por casa, decidi-me a fazer uma substituição de Nutella, com dois sabores bem algarvios: amêndoa e alfarroba. É de facto preciso um motor potente para triturar bem a amêndoa, mas talvez também se consiga com picadora 1,2,3. Ficou óptimo, só falta o solinho do Algarve.

A receita...

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Tábua de Natal Boursin

Aaaai o Natal!! A comida não falta à mesa mas por vezes pensamos mais nos doces no que nos salgados, e os queijos para mim estão associados a festa - se não há festa maior do que o Natal, então não poderiam faltar os queijos. Aceitamos o desafio da Boursin, uma marca francesa de queijos frescos com ervas e especiarias, para elaborar uma tábua de queijos ao estilo do nosso lar e da nossa família. E, como é Natal, não podiam faltar as nossas adoradas estrelas!! Preparei uns crackers cuja base foi dividida em 3, de forma a fazer estrelas com diferentes tamanhos, que depois tiveram coberturas diferentes (sal, ou ervas: aneto, coentros, manjericão... ou sementes: sésamo, linhaça, cebola, papoila...), e uma opção com sementes de cebola dentro da massa, bem como de girassol e sésamo (brancas). Por outro lado, como o queijo de pimenta preta é mais forte, fiz uns grissini que esbatessem um pouco o sabor, com tomate seco, para agradar a todos os paladares. Quanto à tábua em si, acompanhei com nozes, pêra desidratada e alperces secos,para que cada um fizesse as suas combinações. Foi um óptimo início de jantar de Natal, enquanto as conversas iam aquecendo. Espero que vocês também tenham tido umas Festas maravilhosas.




Crackers de sementes
3 chávenas farinhaT55
1 chávena água quente
1 colher de chá de sal
1/3 chávena de azeite
sementes a gosto: sésamo, linhaça, cebola, papoila, girassol...
ervas a gosto: endro, alecrim, manjericão...

Colocar numa tigela da batedeira (ou numa tigela média, se amassar à mão) a farinha e o sal e envolver.
Adicionar a pouco e pouco a água quente e o azeite e amassar com pás de massa da batedeira durante 5 a 7 minutos a velocidade média. Se a massa estiver muito seca, adicionar um pouco de água; se estiver muito líquida, adicionar farinha.
Dividir a massa em bolas: neste caso, separei 3 bolas. Para um delas, misturar 2 colheres de sopa de sementes de cebola e amassar novamente com a batedeira. Para outra, misturar uma colher de sopa de sementes de girassol e uma de sementes de sésamo.
Envolver cada bola de massa, separadamente, em película aderente durante 30-40 minutos, à temperatura ambiente.

Para a primeira bola, estender com o rolo de cozinha, deixando a massa o mais fina possível, e cortar com formas pretendidas (neste caso, usei estrelas). Colocar sementes ou ervas por cima, pressionando ligeiramente na massa, e levar ao forno durante 12 a 15 minutos, a 180ºC, até estarem douradas e crocantes. 
Para a massa com sementes, espalhar num tapete de silicone e cortar com faca em rectângulos ou quadrados do tamanho desejado, e levar ao forno durante igual tempo.
Deixar arrefecer. Mantêm-se durante 5-6 dias.


Grissini de queijo de pimenta e tomate seco
75gr de queijo Boursin Pimenta preta
1/2 chávena de farinha T55
1/3 chávena de azeite
1 pitada de sal (1 colher de café rasa)
3 tomates secos cortados em pedaços pequenos
2 colheres de sopa de buttermilk (leite + gotas de limão)

Colocar o queijo, farinha, azeite, sal e tomate seco na batedeira, com pás de amassar, e misturar durante 5 minutos em velocidade média, até a mistura ficar em pedaços pequenos.
Para o buttermilk, colocar o leite numa tigela e depois regar com gotas de limão, deixar actuar durante 5 minutos. Juntar depois à mistura e envolver tudo de modo a formar uma única bola. 
Colocar a mistura num tapete de silicone ou papel vegetal, e com o rolo de massa deixar numa espessura média. Cortar em colunas largas.
Levar ao forno a 180ºC durante 15 a 20 minutos ou até estarem douradas.
Retirar do forno e deixar a secar numa rede durante 30 minutos.

#tabuanatalboursin

domingo, 26 de outubro de 2014

Sauerkraut, aka chucrute


Já me perguntaram porque não partilho mais vezes as fotos das minhas marmitas on the spot. Além de ter agora alguns dias em que trabalho a partir de casa, Outubro é um mês de aniversários na família (quatro!), e quando levo marmitas nem sempre tenho à vontade para tirar fotos em frente aos colegas/transeuntes, por muito que a cultura Instagram se tenha instalado, e bastantes são "cromos repetidos". Noutros dias ainda, quando quero partilhar com os leitores as minhas singelas marmitinhas, só para mostrar alguns pormenores ou dar pequenas ideias, quando abro a caixinha na hora de almoço o que se vê é:


Em casa, na noite anterior, era um mosaico de sobras que prometia bastante: cuscus com milho, salsichas de soja Izidoro (acho), uma forma de silicone de queques com grão e outra com chucrute. Tão remediadinho e tão bonitinho, achava eu. Tombou tudo na viagem para o trabalho e acabamos com isto que vêem acima, senhor. O sabor: continuava lá. E a receita entra directamente para a lista das 'receitas frias', porque foi comido à secretária sem ir ao micro-ondas aquecer e que bem soube. Parte do sabor vinha da chucrute, que felizmente fotografara na véspera e que foi inspirada num prato que comi na Alemanha, a famosa Sauerkraut, que tinha imensos cominhos e me soube maravilhosamente depois de dias e dias marcados por pratos com fritos! Já em tempos fiz pickles de couve, mas experimentei fazer directamente na frigideira e encontrei mais uma solução para aquecer tudo junto com o prato principal - ou para deixar tudo frio, como acabou por acontecer. Um todo-o-terreno para a marmita, portanto.

A receita»»»

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Muffins salgados de espinafres e cenoura

Setembro é tempo de novas rotinas, mas por aqui vamos em Outubro e ainda não encontrei bem a nova rotina. Ter mais tempo nem sempre significa estar mais organizado, aprendo agora. A vontade de fazer coisas novas nem sempre joga certo com a capacidade de organizar ingredientes, preparações e receitas. Mas vamos, se o ânimo não nos falta! Regressei ao ginásio, depois de ter estado parada devido a dores nas costas, seguidas pela recuperação da extracção dos sisos... Dios, agora só quero saúde! E quando sabemos o que queremos e estamos focados, o dia pode não dar para tudo, mas dá para o mais importante. Estes muffins são o reflexo deste momento em que estou, sem ter sequer os ter fotografado fora da forma :D e sem terem a pretensão de serem light, mas são só verdes porque SIM! Dão para o meio da manhã, ou "safam" um almoço que tenha sopa e uma salada vermelha ou amarela... só para não ser tudo verde.

 

Muffins salgados de espinafres e cenoura
2 cenouras grandes (cozidas ou cruas)
espinafres
2 Chávenas farinha trigo sem fermento
1/2 chávena buttermilk (leite com sumo de meio limão durante 5 minutos)
2 colheres chá pó royal
1 queijo fresco magro pequeno (pode-se substituir por quark ou requeijão magro)
sal
noz moscada e pimenta, ou pimenta Jamaicana
1 colher chá de alho picado
2 colheres sopa sementes linhaça
2 colheres sopa óleo Amendoim Fula
opcional: 1 ovo

Para o buttermilk, colocar 1/2 chávena de leite com sumo de meio limão e deixar actuar durante 5 minutos.
Se tiver sobras de cenouras cozidas, reduzir a puré; caso estejam cruas, misturar a cenoura e os espinafres com óleo e triturar com varinha mágica.
Misturar farinha, Pó Royal, alho, sementes e especiarias numa taça, juntando depois a mistura da cenoura e espinafres. Misturar depois o queijo, desfeito com garfo, e temperar com sal. Pode juntar mais o ovo para dar mais consistência.
Levar ao forno em formas de silicone ou em formas untadas com um pouco de margarina durante 20-25 minutos a 180ºC.

A Marmita Lisboeta está no Facebook / no Instagram (@ marmitalisboeta )  / no Zomato

domingo, 7 de setembro de 2014

Pão de grão com pasta de atum

Enquanto o tempo ainda está quente, ou sempre que não haja muito tempo para preparar marmita, um almoço ligeiro é uma opção. Por aqui tentamos variar quando fazemos pão em casa, e desta vez foi a da farinha de grão entrar em acção, para dar um interessante twist no sabor de um pão branco. Com uma sopa, uma sanduíche e uma peça de fruta, arranja-se pela manhã e estamos despachados! Enquanto ainda está calor, convém levar uma barra de refrigeração na geleira.


terça-feira, 8 de julho de 2014

Gaufres verdes

Trouxe a máquina de gaufres de casa da minha mãe depois de regressar da Bélgica, para fazer gaufres à Bruxelas. O que fiz em Janeiro, com umas fotos da máquina nova, que depois me traiu ao dar erro nas fotos desse dia. (Com esse erro também foram as fotos de umas cookies integrais, sniff sniff...) Para quebrar o enguiço, decidi inverter a lógica esperada para a máquina, e preparar gaufres salgados. Uma receita ideal para brunches (nas pesquisas que fiz vi alguns com ovos estrelados por cima), piqueniques ou almoços de marmita ao ar livre, como em alguns dias deste Verão podemos fazer!

Gaufres de espinafres e acelgas
(para 6)
100ml leite magro
100gr queijo quark (ou queijo ralado a gosto)
200gr farinha
1 colher sobremesa Pó Royal ou fermento
2 ovos
1 cebola pequena
200gr espinafres e acelgas picados grosseiramente
2 colheres de sopa de margarina líquida
azeite q.b. 
sal, pimenta, noz moscada q.b.
opcional: 1 colher de sobremesa de alho em pó

Numa frigideira, colocar azeite e saltear cebola picada finamente, até ficar translúcida, e espinafres e acelgas, durante cerca de 10 minutos. Temperar com sal fino e pimenta.
Numa tigela, misturar ovos, leite, queijo quark, farinha, margarina e fermento, temperar com um pouco de sal e noz moscada, mexer bem. Juntar depois a cebola e verdes salteados, envolvendo.
Untar a máquina de gaufres com um pouco de óleo num papel de cozinha e colocar a aquecer. Quando estiver quente, distribuir o preparado na máquina de forma a obter gaufres completos, com altura a gosto.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

[Guest blogger] Salada de beringela, by Flores de Oliveira

A Gilberta, ou Gila, como é mais conhecida na blogosfera, é a autora do lindíssimo blog Flores de Oliveira.  Está há três anos com a família em Omã, um país de cultura e clima muito diferentes de Portugal. "Mas é um país seguro e com pessoas simpáticas, há uma grande comunidade de expatriados. Esta relação com pessoas de tantos lugares diferentes é muito enriquecedora".

A relação com as marmitas é a de mãe: "preparo marmita todos os dias para a minha filha, que tem de levar o almoço para a escola. Aqui temos de ter em atenção que as temperaturas são bastante altas e mesmo levando o almoço nas lancheiras térmicas tentamos não colocar nada que seja mais susceptível de estragar. Fruta fresca, saladas com massa e vegetais, hambúrgueres (de vegetais ou frango) costumam funcionar bem", partilha a Gila.

Quando perguntamos do que sente saudades em relação à gastronomia portuguesa, diz: "sinto falta de tudo em relação à gastronomia! As frutas e os legumes próprios de cada estação, o bacalhau, a broa de milho, a couve galega..." Mas do novo país já adoptou definitivamente as especiarias, que antes usava pouco, e ervas aromáticas como a menta em pratos salgados, as tâmaras e a romã.
Dessa terra quente, onde "as estações do ano sabem todas a Verão", a Gila envia-nos uma salada que casa na perfeição com umas sardinhas assadas na brasa e que tem esses novos sabores que ela já adoptou do país que a acolheu. Mas o Verão português fica numa memória: "faz-me lembrar das sardinhadas que nesta altura do ano acontecem por todo lado aí em Portugal: aqui também temos sardinhas, mas sabem diferente!" A saudade é a memória do que nos faz felizes.



Salada de beringela, by Flores de Oliveira

(serve 4)



4 beringelas médias

2 cebolinhas novas, cortadas em rodelas fininhas

2 dentes de alho finamente picados

sumo de 1 limão (ou mais, a gosto)

sal q.b.

20 tomates cereja, cortados em quartos

1 mão cheia de salsa,  finamente picada

1 mão cheia de menta, finamente picada

1 mão cheia de grãos de romã

azeite extra virgem


Picar as beringelas com um garfo. Grelhar na brasa, virando constantemente, até começar a murchar (pode também grelhar as beringelas no forno, usando o Grill no máximo). Colocar num coador e deixar arrefecer. Retirar a casca e cortar em pedaços pequenos.
Colocar a beringela numa taça e acrescentar as cebolinhas, o alho, o sumo de limão, o sal e os tomates. Envolver tudo cuidadosamente.
Salpicar com a salsa, a menta, os grãos de romã e regar com um fio de azeite. Servir de imediato.

terça-feira, 20 de maio de 2014

#Days


Chegou aquela altura do ano: morangos e cerejas a alegrar os dias!
Stop Monsanto nas Avenidas Novas: quem quiser mostrar a sua posição contra a exploração de sementes geneticamente modificadas, pode fazê-lo aqui
A recuperar livros de receitas com sugestões fáceis!
Uma marmita da semana: lombos de perca com cogumelos e cenoura no forno, com natas Mimosa para peixe, cebola e Segredos Peixe da Margão (à base de funcho e aneto), com batata doce e cenoura biológica assadas no forno - Por causa do tempo quente que já faz, uma receita deste tipo já exige o uso da cuvete de gelo na geleira!

terça-feira, 6 de maio de 2014

#Days



No regresso de férias, houve dias sem marmitas de almoço, mas nesses dias não faltam os lanches, seguindo os conselhos da nutricionista e a experimentar as novas bolachas NutriGo da Proalimentar, com sementes de sésamo
Um almoço frio: quinoa branca e vermelha com feijão branco com quiche de alho francês, fiambre e espinafres
O almoço em Cascais para comemorar o Dia do Trabalhador, em mais uma edição do Lisboa Restaurant Week, que terminou no Domingo, dia 4

sexta-feira, 28 de março de 2014

Tarte de pescada

Esta percepção de que os dias estão maiores porque a luz dura mais tempo é uma doce ilusão. O tempo é o mesmo, e nem sempre nos basta para o peixe. Sim, o peixe leva mais tempo: leva-nos mais tempo a pedir na peixaria, mais tempo a arranjar, mais tempo a cozinhar. Mas temos que lhe dar uma hipótese e aumentar o consumo de peixe assado agora que os dias estão mais convidativos para o ar livre - ou porque estamos na Quaresma, para quem acredita. Esta receita começou fora de casa, porque a massa foi prepada na Bimby "de mamãe" e congelada. Depois, não levou assim tanto tempo a preparar uma receita que desse mesmo para quem não gosta de pescada cozida (que não sou eu, juro!). Pode ser comida quente ou fria, como foi no dia a seguir à secretária (uff, odeio). A acompanhar o jantar, esteve o vinho da Adega do Redondo Reserva de 2011 que ganhou um dos prémios do Sabor do Ano.

 

Tarte de pescada
Para a massa (para duas doses) na Bimby (da mãe)
200 gr farinha
90 gr margarina
45 gr água
0,5 colher chá de sal
0,5 colher chá de açúcar


Conteúdo
3 lombos de pescada
1/3 alho francês em rodelas
1/2 cenoura ripada
5 cogumelos cortados grosseiramente
ervas aromáticas
200ml natas de soja
2 ovos pequenos 
azeite 
pimenta jamaicana
queijo mozzarella para cobrir (opcional)

Para a massa: Colocar no copo da Bimby todos os ingredientes para a massa e programar 15 seg/vel 6. Ao retirar, moldar numa forma para ir ao forno (redonda ou rectangular).

Para o conteúdo: Cozer os lombos de pescada. Depois de cozidos, desfazer com garfo. No mesmo tacho, deitar um fio de azeite e passar pescada, alho francês, cogumelos durante alguns minutos, temperar com um pouco de sal. 
Retirando do lume, junte a cenoura, ervas. Misture as natas de soja e ovos à parte, tempere com um pouco de pimenta jamaicana e junte ao resto, envolvendo bem. 
Coloque a mistura por cima da massa, uniformemente, podendo colocar queijo mozzarella por cima. Levar ao forno durante 20 minutos a 180ºC, com resistência por cima e por baixo, ou até ficar com ar mais seco. 
Servir com uma salada vermelha, como couve roxa ou beterraba.

quinta-feira, 20 de março de 2014

#Days


Bom, sem querer os retratos desta semana levam-nos para as frutas e opções vegetarianas:
- sumos detox preparados pela mana Marmita: com espinafres e iogurte natural (mais sobre sumos detox aqui)
- grão com ovo cozido, cobertos com Segredos Margão para saladas, e cenoura ripada para comer frio
- Fruut e Nutri Ventures uniram-se, para gáudio da minha sobrinha
- limões da Beira Baixa à espera de destino...

quarta-feira, 19 de março de 2014

Pudim de acelgas e cogumelos

Os livros de cozinha, como os blogs, fazem sonhar, desde logo, quando têm fotografias envolventes e que nos transmitem os sabores e as sensações da receita. Ora, as minhas fotografias no blog sofreram recentemente um update (ou tentamos!) porque adoptamos uma máquina fotográfica nova cá para casa. Mas não almejo ter um blog perfeito em imagem nem em receitas absolutamente inéditas: este é um blog realista de quem tem que cozinhar quase diariamente e encontra prazer em partilhar essa viagem com mais pessoas. E foi por isso que regressei a um dos meus primeiros livros de cozinha (não que tenha muitos), que não tem quaisquer fotografias, mas cujas receitas são todas passíveis de ser adoptadas na minha cozinha: não são difíceis, encontro os ingredientes facilmente no mercado português e têm alguma nota de diferença em relação ao comum do dia-a-dia. Foi deste livro que veio a receita de pudim de espinafres, adaptada às "primas" acelgas, que já viram pelo blog várias vezes (aqui em tarte, aqui em bôla, aqui em folhado, aqui em esparregado - em breve, o selo oficial "blog padrinho das acelgas"), e substituindo as natas pelas natas vegetais. Serve como acompanhamento mais fancy ou como prato principal se se lhe juntar frango desfiado, por exemplo. Marmita com ele no dia seguinte.

 

Pudim de acelgas e cogumelos, adaptado de Cursos de Cozinha São Bernardo

800gr acelgas
4 ovos
6 cogumelos brancos picados
1 cenoura ripada 
200ml natas de soja
Sal marinho
Pimenta jamaicana
1 colher sopa Alho e salsa Segredos Margão

Cozer as acelgas (pode guardar os caules mais largos para saltear ou para base de sopa) em água e sal. Escorrer (pode reservar a água da cozedura para fazer sopa) e picar com uma faca.
Numa tigela, bater os ovos com as natas de soja, juntar sal, pimenta jamaicana, alho picado e salsa. Juntar depois as acelgas picadas, os cogumelos picados e a cenoura ripada.
Levar ao forno a 180ºC numa forma de pudim untada com margarina, em banho maria, até ficar dourado. Desenformar e servir.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

[For a change] Trigo sarraceno

Inspirada pela Carla do De Cozinha em Cozinha passando pela minha, trouxe numa das idas ao Celeiro uma embalagem de trigo sarraceno. Na embalagem, diz que é "indicado para o Inverno", pelo que num destes dias frios (mas não muito, vá, o tempo é do que temos de melhor) preparei o trigo segundo as instruções da embalagem, em quantidade para umas 6 doses. O trigo é leve e nutritivo, rico em fibras, proteínas, ferro e magnésio (bom para o cérebro e músculos). Primeiro estranhei um pouco o sabor, depois adaptei temperos e siga para a marmita. Ah, 500g custam €1,70, mas rende bastante.
Trigo sarraceno com tofu fumado
Trigo sarraceno
Sal
Pimento vermelho (opcional)
Azeite


Tofu fumado em fatias a gosto
Segredos Margão alho e ervas aromáticas

Alourar ligeiramente no tacho, com um fio pequeno de azeite. Cozinhar 1 medida de trigo para 2 medidas de água durante 15 minutos. Temperar com sal a gosto. 
Juntar pimento vermelho cortado no final.
Cortar o tofu fumado em fatias, temperar com alho e ervas aromáticas, e juntar ao trigo sarraceno. Pode-se comer quente ou frio.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Muffins salgados de cenoura e queijo

Com este tempo, ninguém pensa em piqueniques. Mas, enquanto o Inverno está aí, e a chuva no tempo certo, estes muffins salgados de cenoura e queijo ficam apenas como opção para lanches em que não temos "sandochas" preparadas. São práticos para levar para o dia de trabalho e podem ser uma forma de aproveitar cenoura já cozida. Ficam mais húmidos do que o pudim de cenoura e courgette e são um equivalente salgado aos queques de abóbora e bagas goji, mas mantêm o espírito de aproveitar o que temos em casa sem desperdiçar e de acrescentar alguns toques de sementes ou fibras: as sementes de papoila. Até um piquenique, teremos as pausas para os lanches, mesmo que com vista para a chuva que cai lá fora.
Muffins salgados de cenoura e queijo, adaptado de JustBento.com
2 chávenas de farinha
2 colheres de chá de pó Royal
3 cenouras pequenas
2 colheres de sopa de óleo Amendoim Fula
2 colheres de sopa de sementes de papoila
1/2 chávena de buttermilk (leite + sumo de 1/2 limão)
sal
1 pitada de noz moscada
1 colher de sopa de Segredos Margão Alho e Ervas Aromáticas
2 colheres de sopa de queijo Emmental ralado

Para o puré de cenoura, descascar a cenoura em pedaços pequenos e juntar o óleo, liquidificar com trituradora. (Caso tenha sobras de cenoura cozida, esmagar com garfo e juntar um pouco de azeite.) Juntar um pouco de sal.
Para o buttermilk, deitar o leite numa taça e o sumo de meio limão, deixando actuar durante 5 minutos.
Numa taça, junte a farinha com Pó Royal. 
Noutra taça, deite os ovos e o buttermilk, mexendo. Misturar depois o puré de cenoura, mexendo bem. Deitar a mistura da farinha, sal, noz moscada, sementes de papoila, queijo e Alho e Ervas, mexendo bem.
Deitar em formas de silicone, levar ao forno durante cerca de 30 minutos ou até estarem dourados e bem cozidos (testar com palito). Retirar dos moldes e deixar arrefecer.
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