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domingo, 18 de maio de 2014

Bolo de arroz maxi com sementes de papoila

Happy World Baking Day! Sei que há um desafio inerente em tentarmos fazer um bolo que impressione, mas decidi interpretar esse desafio para simplesmente fazer uma receita que nunca tinha experimentado, mas com que me identifique: simples e passível de fazer em qualquer Domingo, dia em que por vezes juntamos amigos ou família à volta de um bolo. Por isso, decidi experimentar fazer o bolo de arroz, não na versão clássica com o papel vegetal, que também daria bastante trabalho, mas em verão 'maxi'. Junta-se-lhe sementes de papoila para ser diferente e dar uma textura, e aproveitamos o fim-de-semana enquanto ele dura. Um bolo é o doce tempo em que o partilhamos com alguém.

Bolo de arroz maxi com sementes de papoila
2 ovos
150gr farinha de arroz
150gr farinha de trigo
200gr açúcar + açúcar moreno para cobrir
170gr leite
80gr margarina
raspa 1/2 limão 
1 colher de chá de Pó Royal
1/2 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de sementes de papoila

Juntar ovos e açúcar e mexer bem com a batedeira.
Juntar depois o leite e margarina previamente derretida, e mexer tudo. Juntar a raspa de limão.
Noutro recipiente, misturar bem farinhas de arroz e de trigo, fermento, sal e sementes de papoila.
Juntar à mistura líquida e envolver bem, batendo.
Deitar numa forma com buraco no meio, untada com margarina, e deitar açúcar moreno por cima. Levar ao forno pré-aquecido a 180º C durante 40 minutos, testando com palito depois de 30 minutos.

sábado, 17 de maio de 2014

Hoje


Hoje assinala-se - comemora-se - a saída da Troika do país - mesmo nós, que recuperamos a marmita por causa desta entidade! Ouçam aqui a reportagem da Antena1 sobre o impacto da Troika na alimentação, em que participámos. A capa de ontem do Jornal de Negócios diz tudo!

Mas hoje também se assinala:

- o dia do Iogurte: Vejam o eBook da Associação Portuguesa de Nutricionistas sobre este alimento. Não tem havido muito por aqui, mas os que já fizemos estão aqui.

- a Noite Europeia dos Museus: a Nescafé Dolce Gusto oferece várias bebidas quentes e frias a todos os visitantes no dia 17 de maio (até às 23h), no MUDE - Museu do Design e da Moda, Coleção Francisco Capelo e no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado: expressos, bebidas de chocolate, cappuccino, chá gelado, entre outros.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

"Colcannon"

A propósito do sorteio de dois packs com rosé+branco+tinto Vinha do Monte da Herdade do Peso, trazemo-vos um prato que esteve cá por casa num destes fins-de-semana: uma adaptação do puré irlandês - o "colcannon" - com medalhões de lombinho de porco preto, feitos no forno com pimentão doce, sal, louro, alho e azeite. Os irlandeses preparam um puré de batatas muito particular, com mais gordura vegetal e animal, mas prescindimos desta, pelo que o Nigel Slater, senhor que nos "deu" a receita, diz que não podemos tecnicamente chamar-lhe colcannon. Por isso, "colcannon". A combinação resulta num prato denso, que pede um vinho à altura e o Vinha do Monte tinto de 2012, de um Inverno bastante seco, oferece a acidez suficiente para nos ajudar a saborear o prato.

Para se habilitarem a um pack de 3 garrafas de "Vinha do Monte", vão aqui.


"Colcannon", adaptado de Nigel Slater (para 2-3 doses)
250gr de batatas
125gr de alho francês
100gr de couve coração ou outra
30gr+20gr margarina
75ml leite 
sal e pimenta q.b.

Colocar num tacho com pouca água a ferver as batatas em pedaços grandes, com um pouco de sal, até ficarem tenras.
Numa frigideira, colocar margarina e passar o alho francês às rodelas largas.
Escaldar a couve, em juliana, durante alguns minutos e escorrer. Juntar na frigideira, temperar com pouco sal e envolver bem.
Quando as batatas estiverem cozidas, escorrer e esmagar com esmagador de batata. Juntar o leite e a restante margarina e envolver. Juntar o alho francês e a couve ao puré e juntar bem. Temperar com pimenta.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Giveaway Herdade do Peso

A Primavera chegou e estes fins-de-semana graaandes deixam-nos tempo para desfrutar de refeições entre amigos ou família. Durante a semana, a marmita e o tempo quente dão pouco espaço ao vinho (pelo menos se não houver lugar a molezas no trabalho da parte da tarde!), mas ao fim-de-semana podemos aproveitar as coisas boas que existem em Portugal, uma das quais o vinho! 


A Herdade do Peso associou-se a este momento e vai oferecer 2 packs do seu vinho "Vinha do Monte" com uma garrafa de vinho branco, uma de rosé e uma de tinto, para que não falte o vinho para os copos. Estes vinhos alentejanos oferecem uma óptima relação qualidade-preço e prometem ir ao encontro de todos os gostos. Mas o que vai para os pratos - são vocês a dizer!


Para se habilitarem a um dos dois packs, só têm que nos dizer: "Eu beberia o Vinha do Monte [branco/tinto/rosé - escolher um] com... [prato]", até dia 27 de Maio. Os seguidores do blogue via Google Reader, Bloglovin, Feedly ou fãs no Facebook podem publicar as vossas participações em resposta aqui no blogue, deixando o vosso email. A cada entrada será atribuída um número, que participará no sorteio de dia 28 de Maio, via random.org. Cada pessoa pode-se inscrever uma vez por dia e o envio é feito para os vencedores pela marca, para Portugal Continental e Ilhas.

Nós vamos deixando ideias no blogue para acompanhar os vinhos... ou os pratos para os vinhos acompanharem!

Posts:
"Colcannon" com lombinho de porco e Vinha do Monte tinto
Bulgur com camarão e legumes e Vinha do Monte rosé

sábado, 26 de abril de 2014

#Days: away


Uma passagem pelo Alentejo em altura de Páscoa e a descoberta de uma loja regional em Portalegre com bolos da Páscoa e amêndoas a peso!
E à chegada à Beira Baixa:
Muffins de queijo e fiambre na Bimby (segundo esta receita, a que juntei alho picado) para aproveitar sobras
Um petisco/entrada com produtos selvagens: criadilhas, um fungo que cresce na Beira Baixa! Estes foram servidos num restaurante, mas comemos também em casa: pode-se ver a receita aqui. Conheciam? E conhecem mais alguma forma de confeccionar?

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Bolo de bolacha com mascarpone

Como disse aqui, na lista de to do's deste ano estava um bolo de bolacha, um dos termos de culinária mais pesquisados no ano passado no Google em Portugal. Era desafio suficiente para me levar a fazer um bolo de bolacha, que várias vezes ajudei a minha mãe a fazer, mas sempre como sidekick... Quando chegaram a casa as novas latinhas de cacau em pó e de açúcar glacé baunilhado da Royal, num estilo vintage, foi a gota final. Ficou bom, a lembrar o tiramisu, mas mais leve.
 
Bolo de bolacha com mascarpone (adaptado de Receitas de Romy)
100g mascarpone
100g natas frescas
3 colheres de sopa de açúcar
1 folha de gelatina
cacau em pó Royal para polvilhar
20 bolachas Maria 
café e açúcar


Demolhar as folhas de gelatina em água fria. 
Bater o queijo mascarpone até ficar cremoso. Reservar.
Bater as natas até ficarem firmes, juntar o açúcar e bater mais um pouco. Juntar a gelatina escorrida e mexer bem. 
Envolver o mascarpone no preparado de natas.
Preparar um café forte e juntar açúcar. Passar as bolachas pelo café, deixando embeber (mas retirando rapidamente para não amolecerem demais). A cada camada, cobrir com o creme e repetir até ficar alto.
Decorar com cacau em pó a gosto e levar ao frigorífico durante cerca de 3 horas.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Zomato is in town - Dervixe

O Zomato acaba de ser lançado em Portugal e A Marmita Lisboeta está entre os utilizadores pioneiros! No meu perfil (o link vai ficar aqui na barra lateral do blog), vão poder encontrar já algumas reviews não só de restaurantes, mas também cafés, pastelarias - e o Zomato aceita também todo o tipo de sítios que vende comida e bebida! Criado na Índia e já existente noutros países, o Zomato funciona como rede social entre pessoal que gosta de comer e de passar um bom bocado (essa é uma tipologia que existe no site para que os utilizadores classifiquem os sítios conforme para o que os acham mais indicados). Isto porque a marmita da semana nos abre possibilidades para irmos a sítios melhores ao fim-de-semana ou ocasionalmente, ou quando o tempo escasseia, ou quando queremos estar com amigos ou combinar almoços/jantares de trabalho, é importante saber onde podemos encontrar um sítio decente e interessante. E também porque a recuperação está aí! Can you feel it?

http://www.zomato.com/pt

Uma nova review que vou carregar agora no Zomato é a do Dervixe, o restaurante turco na Av. 24 de Julho. A cozinha turca atrai-nos bastante e colocamos a sugestão em cima da mesa num jantar de amigos depois da ida à exposição Brueghel, Rubens, Lorraine, no Museu Nacional de Arte Antiga (um nadinha decepcionante). Descemos até à 24 de Julho por uma ruela assustadora (!) e estávamos no restaurante. O restaurante tem dois andares, e no andar de cima tem mesas baixas típicas (mas também normais). As entradas são óptimas e os pratos são muito substanciais, com sabores exóticos e a carregar nas especiarias. Para o preço, poderiam ter batatas fritas sem ser congeladas, mas para o que se pratica na zona será aceitável. Tem o que pode ser uma grande vantagem para muitos: apesar de também venderem vinho no restaurante, as pessoas podem levar o vinho e álcool que quiserem, o que torna as refeições em grupo muito mais baratas. Isto também faz com que o ambiente tenha vários grupos que se vão tornando mais ruidosos, mas reservando para o piso de baixo é possível ter um ambiente mais calmo. As sobremesas são aconselháveis, mas pessoalmente achei algumas muito doces.
 
 
 
 
DERVIXE
Av. 24 de Julho, 84 A  - Lisboa 
218 095 031 / resturco@gmail.com
Encerra às 2ªs

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Bolo de limão (da Beira Baixa) e amêndoa (de Trás-os-Montes)

Esta receita foi feita para receber amigos de outra cidade em casa, com um pouco de Portugal à mesa. Os limões e ovos tinham vindo da Beira Baixa; a amêndoa veio de Trás-os-Montes, entregue em Lisboa. Agora as viagens ao interior são mais espaçadas, mas mesmo assim acho que nunca comprei limões (que são do quintal da minha avó ou dados por outras pessoas de família) e raramente comprei ovos (a minha avó ainda tem e, quando escasseiam, são comprados a outras pessoas na zona), por isso este bolo foi um reconhecimento de como ainda estou ligada à minha origem no meu dia-a-dia. A receita, essa, veio do outro lado do Atlântico, do Cravo e Canela, a que adicionei uma pitada de gengibre em pó. Portugal está onde quer que estejamos. A Marmita é Lisboeta de berço e de presente, o coração está na Beira Baixa.


Bolo de limão e amêndoa
100 g de amêndoa moída
150 g de farinha
1 colher de sopa de fermento

4 ovos
1 chávena chá de açúcar amarelo
Raspa e sumo de 1 limão 
1 chávena chá (mal cheia) de Óleo Puro Amendoim Fula
1/2 chávena chá de leite
1 colher de chá de canela
em pó 
1 colher de chá de gengibre em pó

Misturar o açúcar com os ovos e bater até obter uma mistura homogénea. Adicionar o óleo e continuar a bater. Em seguida, adicionar o sumo de um limão e o leite, misturando bem.
Noutra tigela, misturar farinha, fermento e amêndoa, canela e gengibre. Em seguida, juntá-los à massa, envolvendo cuidadosamente. 
Untar uma forma e deitar o preparado, levando ao forno pré-aquecido a 180º, até ficar dourado.

sábado, 29 de março de 2014

[DIY] Hummus

Depois de ter testado a receita de tahini, voltei a colocá-la em prática para experimentar um hummus para uma entrada de jantar de amigos, simplesmente porque tinha umas sobras de grão da Beira Baixa. A receita veio da BBC, a que me rendi nos resultados de pesquisa Google porque anuncia "Quick hummus" e porque a BBC Food ainda nunca me falhou. Constato cada vez mais que me dava muito jeito ter um robot de cozinha mais potente, mas conseguirão preparar isto com uma picadora e liquidificadora. Preparei uns palitos de cenoura e de pepino e rodelas de rabanete para acompanhar. Avalia-se se uma entrada estava boa ou não se as conversas começam e até nos esquecemos que há um prato principal, não é? (O hummus também daria uma boa base para sanduíches para ir na marmita, agora que a Primavera nos convida a um almocinho no banco de jardim.)
Hummus, by Jill Dupleix in BBC Food
100g grão-de-bico cozido
1 collher de sopa de sumo de limão
1 dente de alho esmagado
1/2 colher de sopa de cominhos
Sal q.b.
50ml de tahini
2 colheres de sopa de água
1 colher de sopa de azeite
1/2 colher de sopa de paprika (podia ter colocado mais)

Escorrer o grão-de-bico, e juntar-lhe sumo de limão, alho, cominhos, sal, tahini e água num robot de cozinha e misturar até obter um puré cremoso.
Temperar com mais sumo de limão, alho, cominhos, sal a gosto. Retirar para um prato e deitar um pouco de azeite. Deitar paprika por cima.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Pudim de acelgas e cogumelos

Os livros de cozinha, como os blogs, fazem sonhar, desde logo, quando têm fotografias envolventes e que nos transmitem os sabores e as sensações da receita. Ora, as minhas fotografias no blog sofreram recentemente um update (ou tentamos!) porque adoptamos uma máquina fotográfica nova cá para casa. Mas não almejo ter um blog perfeito em imagem nem em receitas absolutamente inéditas: este é um blog realista de quem tem que cozinhar quase diariamente e encontra prazer em partilhar essa viagem com mais pessoas. E foi por isso que regressei a um dos meus primeiros livros de cozinha (não que tenha muitos), que não tem quaisquer fotografias, mas cujas receitas são todas passíveis de ser adoptadas na minha cozinha: não são difíceis, encontro os ingredientes facilmente no mercado português e têm alguma nota de diferença em relação ao comum do dia-a-dia. Foi deste livro que veio a receita de pudim de espinafres, adaptada às "primas" acelgas, que já viram pelo blog várias vezes (aqui em tarte, aqui em bôla, aqui em folhado, aqui em esparregado - em breve, o selo oficial "blog padrinho das acelgas"), e substituindo as natas pelas natas vegetais. Serve como acompanhamento mais fancy ou como prato principal se se lhe juntar frango desfiado, por exemplo. Marmita com ele no dia seguinte.

 

Pudim de acelgas e cogumelos, adaptado de Cursos de Cozinha São Bernardo

800gr acelgas
4 ovos
6 cogumelos brancos picados
1 cenoura ripada 
200ml natas de soja
Sal marinho
Pimenta jamaicana
1 colher sopa Alho e salsa Segredos Margão

Cozer as acelgas (pode guardar os caules mais largos para saltear ou para base de sopa) em água e sal. Escorrer (pode reservar a água da cozedura para fazer sopa) e picar com uma faca.
Numa tigela, bater os ovos com as natas de soja, juntar sal, pimenta jamaicana, alho picado e salsa. Juntar depois as acelgas picadas, os cogumelos picados e a cenoura ripada.
Levar ao forno a 180ºC numa forma de pudim untada com margarina, em banho maria, até ficar dourado. Desenformar e servir.

segunda-feira, 17 de março de 2014

De Avintes

As minhas idas ao Porto não estão completas se não trouxer Broa de Avintes - assim, com maiúsculas e tudo, porque devia ser elevada a instituição, maravilha entre as 7 e as muitas outras que existem em Portugal. Como o Leite dos Açores, com que é feita a nova Flora: saudável mas um bocadinho mais salgada e apetitosa. O prazer de pão, neste caso broa, com manteiga e as coisas simples da vida. (Aproveitem o desconto de €1 da Flora depois de verem o anúncio aqui.)

segunda-feira, 10 de março de 2014

Cupcakes de tiramisu com Oreo

As receitas que vêem por aqui são normalmente mais fáceis e práticas, mas esta é uma ocasião especial: a Oreo Sweet Battle (até 10 de Abril aqui). Em concurso: uma Bimby. O desafio: criar uma receita com bolachas Oreo. Não é difícil pensar nas vezes em que, a meio de uma tarde de estudo, abríamos as Oreo e as mergulhávamos no leite, mas agora estamos crescidos e queremos algo mais elaborado. Já há algum tempo que queria experimentar fazer tiramisu, e pensei que o cacau que leva por cima poderia ser substituído por um pó (de cacau) das Oreo. Daí até passar o tiramisu clássico para cupcakes foi o passo seguinte do devaneio culinário. Parece que a tia Martha Stewart não aprecia blogs de culinária, mas eu aprecio algumas ideias dela e foi por ela que me guiei para elaborar esta receita, embora as instruções aqui estejam simplificadas. Torcem por mim? Então votem por favor na minha receita na galeria do passatempo. Se ganhar, além de agradecer a todos, prometo não fazer deste um Bimby-blog.



Cupcakes de tiramisu com Oreo (para 10)
Para os cupcakes
1 chávena de farinha para bolos
1/2 colher de chá de fermento em pó
3/4 chávena chá de açúcar
1/4 colher de chá de sal grosso
4 ovos
1/4 chávena de chá de leite
1 colher de sopa de essência de baunilha
50g margarina

Café solúvel
2 colheres de sopa de Vinho do Porto
2 Oreo para triturar + 4 Oreo para decorar

Para a cobertura
125g de mascarpone
3 colheres de sopa de natas frescas
3 colheres de sopa de açúcar

Para os cupcakes, juntar numa tigela a farinha peneirada, o fermento e sal e misturar.
Derreter a margarina e deixar arrefecer. Juntar à margarina o leite e baunilha. 
Numa tigela, misturar com batedeira o açúcar e ovos. Juntar depois mistura do leite e envolver lentamente. Juntar em seguida gentilmente a mistura da farinha até obter uma massa fofa.
Distribuir a mistura por formas de cupcakes até 3/4 e levar ao forno pré-aquecido a 180ºC, durante cerca de 30 minutos, usando o teste do palito.
Juntar café solúvel com água quente numa chávena de chá e juntar Vinho do Porto.
Bater o mascarpone com as natas frescas e açúcar. Levar ao frigorífico durante meia hora para solidificar. 
Triturar Oreo sem a camada branca numa picadora ou robot.
Ao retirar os cupcakes do forno, furar os cupcakes com palito no centro e deitar calda de café no centro, cerca de 3 colheres. 
Aplicar cobertura de mascarpone com manga de pasteleiro em cada cupcake.
Pulverizar os cupcakes com Oreo a ajuda de uma peneira. Cortar Oreo em quartos ou pedaços pequenos e decorar a gosto.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Portugal Restaurant Week

Já arrancou mais uma edição do Portugal Restaurant Week! A nossa estreia nesta edição foi no restaurante De Castro Elias, que nos foi aconselhado pelos les bons vivants, e não decepcionou! Depois dos peixinhos da horta com molho tártaro e da açorda de bacalhau com amêijoa (sem picante excessivo, o que é positivo), o melhor estava guardado para o fim: toucinho do céu com gelado de framboesa. O meu doce conventual preferido brilhou ainda mais com o contraste da framboesa: super! O restaurante tem uma boa selecção de vinhos a copo, mas em dia de trabalho não pudemos testar! Uma coisa positiva como em Espanha: o restaurante tem um jarro de água à disposição dos clientes em cada mesa.

Até dia 9 de Março, mais de 150 restaurantes de todo o país aderem a esta iniciativa que já é bem conhecida do público que quer aceder a gastronomia de topo a preços mais convidativos, com refeições de entrada, prato e sobremesa a €19 + €1 para solidariedade, desta vez para as Mulheres de Vermelho e a Liga Portuguesa contra o Cancro. As reservas têm que ser feitas no site.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Solar dos Amigos

O melhor são os amigos. O melhor são os amigos que esperam pacientemente que não tenha algum trabalho ou compromisso ao fim-de-semana para marcarmos um dia só dedicado aos amigos. Depois, é explorar o tema ao máximo e rumar ao magnífico Solar dos Amigos, perto das Caldas da Rainha, com pratos óptimos e sobremesas ainda melhores. Tudo é muito fresco e de qualidade, recebem-nos com um pão e broa feitos no restaurante, ainda quentes... A decoração tem muita chita de Alcobaça e elementos rústicos antigos (não gosto muito da parte das touradas...) e o serviço é muito caloroso. As doses são generosas, mesmo para partilhar entre amigos. Convém marcar, porque o restaurante é grande mas ao fim-de-semana parece estar sempre cheio e com grupos. Mas não sentimos que nos pressionem para sair da mesa, o tempo é nosso e ainda nos oferecem uma bebida e umas bolachinhas para a viagem. O sítio não vem no GPS (tem que se colocar Salir de Matos) e não tem Multibanco (ir prevenido com cash), mas vale a pena a procura. Depois, rumar às Caldas para a fábrica de faianças da Bordallo Pinheiro!

Solar dos Amigos
Rua Principal 49 - Guisado
2500-633 SALIR DE MATOS

262 877 135

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

[Sobras] Bacalhau desfiado

2014 está um pouco acelerado ou sou só eu?! As marmitas que tenho preparado ou são 'cromos repetidos', ou sopa e sandes, ou então nem há muito tempo para tirar fotos, por isso trago-vos uma sugestão de aproveitamento de sobras que não é propriamente para marmita (porque implicaria reaquecer a comida pela 3ª vez), mas para uma receita para comer em casa, apenas para não desperdiçar. Acompanhámos com penne de azeitona da Milaneza - boas notícias: encontrámos no Continente a €0,99 fora de promoção (antes era €1,99 o preço normal)! Precisamos de todas as ajudas para escapar à recta final da presença da troika! Por falar nisso, espreitem o novo portal Promos do Sapo, com agregador de folhetos de promoções dos hipermercados.


Bacalhau desfiado
bacalhau desfiado
1 cebola pequena
1/3 alho francês médio em rodelas
1 tira de pimento vermelho
50g acelgas em juliana
1 dente de alho
pão de trigo rijo triturado
azeite 
sal, pimenta q.b. 
vinho branco
salsa picada q.b.

Colocar um pouco de azeite numa frigideira, cebola picada, alho francês e um alho esmagado. Quando a cebola estiver alourada, colocar o bacalhau e acelgas, envolver e colocar depois a polpa de tomate e vinho branco. Em seguida, colocar o pão, temperar com sal e pimenta. No final, depois de 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Feira do Fumeiro e Mercado do Mar

Este fim-de-semana (até dia 26) decorre a 23.ª Feira do Fumeiro de Montalegre, a "rainha do fumeiro", com quatro dias de festa do maior cartaz gastronómico da região. São "quatro dias de autêntica romaria", diz a organização. Gostava muito de conhecer esta região e participar num evento que já leva uma tradição tão grande, mas infelizmente ainda não será desta.

Mais a Sul, em Cascais, o Mercado do Mar, no mercado da vila, celebra até dia 26 de Janeiro a Semana do Polvo, "um dos produtos certificados do mar de Cascais e o primeiro produto do mar do país a ter o selo “Compre o que é Nosso”, em defesa dos produtos nacionais". Com entrada gratuita.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

[Desafio Hellmann's] Bacalhau à Zé do Pipo

Em nossa casa, há muitos anos que o prato da noite de Natal é bacalhau à Zé do Pipo, com couves no fundo. Assim, decidiu-se que há batatas, bacalhau e couves para os mais velhos, mas também um prato de que todos gostam e que não sabe a desconsolo. O bacalhau com couves era um plus quando os tempos eram outros, mas é preciso ser crítico em relação à tradição, porque foi instituída por tempos de carência, que é precisamente aquilo de que fugimos como país - ou a que, se por ironia do destino, estamos a voltar, não é o que queremos comemorar neste dia. E o meio de tantas iguarias, queremos também algo que seja leve. Por desafio da Hellmann's, que volta agora às prateleiras dos supermercados depois de uma década com outro nome, lancei-me numa tentativa de fazer um ensaio para o prato de Natal, que desse para aproveitar do fim-de-semana para uma marmita da semana. Trazer o Natal a todos os dias? Tentamos.
Bacalhau à Zé do Pipo (para 4 doses)
3 postas médias bacalhau
400-500gr batatas
leite (cerca de 300-400ml)
acelgas (ou espinafres ou couves)
25gr margarina
2 cebolas
2 ovos
sal e pimenta jamaicaana/noz moscada q.b.
Maionese Hellmann's a gosto


Cozer as postas de bacalhau em leite. Quando cozido, desfiar.
À parte, cozer as batatas com uma cebola e sal. Quando estiverem cozidas, retirar a cebola e a água. Juntar um pouco de leite da cozedura do bacalhau (controlar quantidade para não ficar demasiado líquido), a margarina e esmagar as batatas.
Separar claras e gemas. Bater as claras em castelo. Juntar ao puré e envolver suavemente. Temperar com pimenta jamaicana.

Num tabuleiro, colocar azeite e 1 cebola cortada muito finamente em rodelas. 
Passar acelgas por água quente e colocá-las depois por cima das rodelas de cebola. Em seguida, colocar metade do puré de batata, o bacalhau desfiado e nova camada com restante puré.
Colocar flores de maionese com colher de sopa no topo do tabuleiro. Bater gemas e pincelar no topo do tabuleiro. Levar ao forno durante 10-15 minutos para gratinar.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Tarte de amêndoa

Uma receita prometida há muito, a da tarte de amêndoa que preparei para o menu do Entra! Esta receita também podia integrar o 'diário de um forno temperamental'. O forno que uns dias demora a aquecer, outros dias queima as coisas rapidamente... Não se pode confiar e é preciso ficar de olho! A receita, infalível, é de uma amiga, que teve que partilhar com todo o grupo de amigos (as) a sua receita secreta para poder fazer a mesma sobremesa em vários jantares seguidos mas sem cansar.

Tarte de amêndoa
Base:
4 ovos
135gr açúcar
135gr farinha
90gr margarina

Cobertura
135gr amêndoa laminada (em alternativa, em palitos)
7 colheres de sopa açúcar
5 colheres de sopa leite
90gr margarina

Começar por bater todos os ingredientes da base com a batedeira, juntando a margarina derretida no fim e envolvendo tudo. Levar ao forno durante cerca de 15 minutos a 180ºC.
Para a cobertura, numa frigideira derreter a margarina, juntar o leite, açúcar e amêndoa, e deixar ferver até formar calda. 
Retirar a base do forno sem deixar aloirar, juntar a cobertura e colocar no forno com calor só por cima até tostar (mas não queimar).

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Panquecas com leite de arroz

Mais uma experiência com leite vegetal (depois dos batidos e das pataniscas), desta vez leite de arroz-côco, numas panquecas para um pequeno-almoço de fim-de-semana. Com doce de figo e noz da Quinta de Jugais, foi o começo certo para um dia de merecido descanso.
Panquecas vegan
200ml leite de arroz-côco
1 1/4 chávena farinha de trigo
2 colheres chá bicarbonato de sódio
1/2 colher chá sal grosso
1 colher de chá de canela
1/3 chávena água
2 colheres chá açúcar (usei demerara)
Óleo Fula para untar frigideira

Peneirar a farinha, juntar bicarbonato de sódio, açúcar, sal e canela. Juntar depois o leite e água, mexer tudo com vara de arames.
Pré-aquecer a frigideira untada com óleo num guardanapo em lume médio-alto durante 2 minutos.
Colocar preparado na frigideira com uma concha de sopa, cobrindo todo o fundo da frigideira. Virar as panquecas para cozinharem de ambos os lados, retirar da frigideira. Repetir até terminar o preparado.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Festivais: batata-doce e francesinha


Para sopas, acompanhamentos ou sobremesas, a batata-doce está aí! O Festival da Batata Doce de Aljezur acontece este fim-de-semana, numa iniciativa do Município e da Associação de Produtores de Batata Doce de Aljezur a decorrer no Pavilhão Multiusos da vila, "que pretende manter a tradição, como centro de uma região onde o sol, os solos, as águas, o ar limpo e o clima permitem cultivar e obter um produto de sabor caraterístico, diferente e de reconhecida qualidade, com o aporte de ser natural, de cultura biológica". O Festival tem stands de produtores, confecção de receitas com batata-doce e artesanato.
Na próxima semana, a 4 de Dezembro abre o Festival da Francesinha em Lisboa, no âmbito das feiras Outlet, Natalis e Diverlândia, que oferece até Domingo, dia 8, a sanduíche no prato, na típica receita portuense de bife, salsicha e linguiça frescas, envolvida em queijo derretido e com um molho especial. Tem entrada livre. (fonte: Vou sair)
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