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sábado, 24 de novembro de 2012

Acompanhamento: som

Para mim, cozinhar costuma ser um acto acompanhado de música. Mas a Soundwich, no Parque da Cidade, no Porto, propõe sons diferentes para refeições, sob a forma de sanduíches criadas por chefs. O espaço apresenta sete soundwichs assinadas por sete chefsAntónio Vieira, Camilo Jaña, Hélio Loureiro, Luís Américo, Nuno Inverneiro, Pedro Lemos e Pedro Nunes. Cada uma tem um som diferente oferecido na caixa que vem para a mesa.

iFood.tv
Uma ideia inovadora a "exportar" para outras geografias!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Por aí

A marmita é apreciada pelo que nos permite poupar (em dinheiro) e ganhar (em saúde), mas por vezes deixá-la alguns dias de lado também nos ajuda a valorizar os benefícios que nos traz. Além disso, o almoço é um momento que sempre usei para rever amigos e pôr conversas em dia quando o tempo parece não nos deixar fazê-lo noutros momentos da semana.

Por isso, hoje A Marmita Lisboeta deixa-vos sugestões para almoçar nesta 6ª-feira e para o fim-de-semana:

Para o Porto: continuar a aproveitar o Porto Restaurant Week até Domingo, dia 21
A lista de restaurantes aderentes inclui cerca de 30. O menu do restaurante Portucale nas fotos do Nuno, o vencedor do passatempo aqui no blogue

Para Lisboa, sugestões dos Les Bons Vivants:
Sushi Corner Atrium Saldanha
"Esta versão minimalista dos restaurantes SushiCafé é óptima para quem for apreciador de bom sushi e quiser saborear cozinha japonesa mais moderna à hora do almoço e por um preço mais em conta (com possibilidade de take-away). Tal como o nome indica, fica num nos cantos do andar de baixo do centro comercial e tanto oferece uma variedade de menus a um preço simpático, uns mais completos que outros, como permite uma escolha à carta bastante satisfatória ainda que não se trate de um restaurante genuíno. 



Assim, e para os que não quiserem arriscar, sugerimos um menu double temaki com sopa miso e à parte chá verde gelado. Para os que quiserem experimentar uma das especialidades da casa aconselhamos que peçam à carta e se deliciem, entre outras coisas, com o Mauzer Maki, uns maravilhosos rolos de peixe manteiga e uva."

De Castro Elias (Av. Elias Garcia, 180 B, Lisboa)
"Este pequeno restaurante do chef Miguel Castro e Silva serve pratos e petiscos muitíssimo saborosos a um bom preço, sobretudo se atentarmos na relação qualidade/preço. Se for para os petiscos, o melhor é que partilhe o almoço com amigos ou colegas de trabalho: a conta fica mais barata e pode experimentar uma maior variedade. 

Os petiscos variam entre os 3 e os 11 €, sendo que destacamos as lulinhas fritas com molho de tártaro, as mini francesinhas (bem boas, até porque o chef é do Porto), os pipis e a cavala fumada com cebola de escabeche. Para acompanhar a comida vale a pena pedir um vinho, a copo ou garrafa, visto que o restaurante tem uma boa garrafeira com vinhos menos conhecidos. De sobremesa, sugerimos o gratinado de maçã e o bolo de chocolate sem farinha...!"

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Porto Restaurant Week - com passatempo

Como vos disse, o Restaurant Week, que decorreu em Lisboa de 20 a 30 de Setembro (e a que A Marmita Lisboeta foi!), terá a sua edição no Porto a partir de ontem e até dia 21.

Este conceito de democratização do acesso a restaurantes de qualidade (da lista de 30 restaurantes do Porto RW, só estive no restaurante da Casa da Música e recomendo!) traduz-se em refeições com preço fixo de €20, em que €1 vai para instituições de solidariedade, simbolizado por um postal coleccionável. Nesta edição, as receitas revertem para a Associação Mulheres de Vermelho e a Associação Salvador.


Sensível ao facto de haver marmiteiros a Norte, a Sabor do Ano decidiu oferecer um convite para duas pessoas para esta edição. Para concorrerem, o esforço é pequeno face à recompensa:
- serem seguidores do blogue ou fãs no Facebook;
- serem fãs do Facebook do Sabor do Ano;
- inscreverem-se no formulário abaixo até dia 14, às 23h59 - alargado até dia 15, às 14h (com nome e email).

O sorteio será feito no dia 15 e o vencedor contactado por email nesse dia.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Horta na vertical

A série sobre hortas domésticas continua...

A Maria José encontrou no Mini-Garden a solução para ter uma horta e jardim na varanda pequena de sua casa, no Porto. Já o comprou há alguns anos em Braga, e entretanto esta solução passou a vender-se em mais sítios (em cadeias como Leroy Merlin e Aki, ou viveiros e cooperativas). «É resistente e cumpre muito bem as funções a que se destina. Não defraudou em nada as expectativas, antes pelo contrário».


Como mora perto do rio Douro e num alto, «tenho de ter atenção sobretudo ao vento e à chuva no Inverno. Na Primavera e no Verão tem sido muito pacífico, menos este Verão que tem sido húmido e ventoso, péssimo para as plantas». As ervas aromáticas «dão-se lindamente», só o manjericão é mais sensível e tem que ser plantado quando o tempo está mais quente, «nunca antes de Junho».

As ervas aromáticas são uma ajuda fundamental na hora de cozinhar: «o alecrim é excelente para assados e grelhados, os coentros para peixe, o manjericão para entradas com azeite e para o arroz e o limonete para um chá de inverno».


Para a Maria José, além de ser engraçado trocar plantas com amigos e familiares, a satisfação vem de «ver as plantas a crescer e colher para cozinhar» e dos cheiros, «particularmente da hortelã».

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Doces aplicações

Sugestão para os que já não passam sem apps, da Maria Carrossel, uma artista-doceira do Porto.



E quem usa tablet e iphone tem ainda mais vantagens com o novo catálogo Ikea, que está a chegar às caixas de correio. Eu já tenho o meu... em papel!


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Marmita vegan

Entrevista à Ana Mineiro, que é vegan, com direito a receita.




O que é o estilo de alimentação vegan?
Ser vegan (ou vegano) é mais um estilo de vida do que apenas de alimentação: ao recusar comer tudo o que provém da exploração abusiva e do sofrimento dos animais, recusa-se também outros produtos associados ao abuso e à crueldade, como peles (incluindo o couro) ou qualquer tipo de produto de cosmética ou higiene que seja testado em animais.    
Quais são as vantagens desta alimentação?
Para além da consciência tranquila, que vem de saber que fazemos o nosso bocadinho, nem que seja uma gota, para tornar o planeta um mundo melhor para todos, o veganismo é um tipo de alimentação muito mais saudável e muito mais económico do que a alimentação omnívora.
É fácil ser vegan: para além dos legumes e frutas frescas, frutos secos e leguminosas, encontra-se tudo o que é preciso na maior parte dos super e hipermercados. Até mesmo tofu e seitan, (derivados da soja e do trigo, muito ricos em proteínas e geralmente usados pelos vegetarianos, embora não imprescindíveis) e mesmo refeições prontas. Passando a publicidade, o Pingo Doce tem umas excelentes chamuças adequadas para vegans – e para marmitas!


E desvantagens?
A única desvantagem é, no início, ter de ler a letra miudinha de tudo o que se compra: há sempre coisas com leite em pó (até frutos secos!), ovo sintetizado e cochinilha, um inseto que é esmagado aos milhares para dar um tom rosado à comida, e que muitas vezes aparece disfarçado com o nome de E 120.
Também convém verificar se a margarina, leite (de soja, arroz ou outros) e cereais do pequeno-almoço, têm vitamina B12; os omnívoros ingerem-na nos produtos animais, como os ovos, mas os vegan têm de ingeri-la através de outros alimentos.

Fazes cursos?
Já fiz vários, do sushi ao crudivorismo. Agora dou regularmente cursos de comida vegetariana vegan no Porto, em associação com o Centro Vegetariano. Os lugares variam, mas têm sido mais frequentes no restaurante Capa Verde, na Rua Nossa Senhora de Fátima. As sessões costumam ser muito informais e divertidas: durante 4 ou 5 horas cozinha-se, aprende-se (eu aprendo sempre qualquer coisa!), conversa-se e come-se. Geralmente vario os temas (Cozinha do Dia-a-Dia, Comida de Piquenique, Mesa de Festa, Marmita Vegetariana, etc.) e há pessoas que voltam para fazer mais um “tema” diferente. Já tive pessoas com treze anos e com mais de oitenta, e acho que ninguém se aborreceu! O preço é sempre o mesmo: 30 €.  

Alguma dica para quem cozinha vegetais mas não é necessariamente vegetariano?
Uma única dica: atrevam-se. Experimentem tudo o que vem da terra e deixem de comer animais.

Que prato vegan sugeres que seja prático para levar para o almoço no trabalho?
Não uso marmita para o trabalho porque trabalho em casa, no computador, ou demasiado longe de casa para levar marmitas - sou jornalista na área de viagens, e em breve vou reunir as duas paixões num site que está em criação. Uso marmita para piqueniques e caminhadas, que adoro fazer com os amigos.
O meu prato “marmiteiro” favorito, para além do sushi, é a tortilha enrolada, ou wrap. Pode variar-se até ao infinito, do tipo de tortilha (trigo e milho são as mais comuns) até ao recheio.




Tortilha de húmus
■ Tortilhas pré-compradas, de trigo ou milho (existem nas grandes superfícies)
■ Húmus
■ Rúcula
■ Cenoura ralada
■ Azeitonas
Preparação:
Aquecer as tortilhas dos dois lados, para ficarem bem maleáveis. Barrar com humus e cobrir com folhas de rúcula, cenoura ralada e azeitonas sem caroço.
Temperar com um fio de azeite e um pouco de sal.
Para fazer o humus: 1 frasco de grão--de-bico cozido, dois dentes de alho, duas colher de chá de manteiga de sésamo (tahini, à venda nas grandes superfícies), limão, sal, pimenta preta, salsa e coentros. Fazer uma pasta com o grão, o alho e um pouco de água, até ficar macia. Juntar o tahini e os temperos a gosto.
É óptimo para variar das sandes, tem uma excelente combinação de hidratos de carbono e leguminosas que dão energia para caminhar, e também uma boa dose de vitaminas dos vegetais crus. Quem gostar pode juntar umas gotinhas de tabasco.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dançar à hora de almoço

Foto de Paulo Pimenta, Público
Dançar entre snacks à hora de almoço: a ideia foi trazida de Estocolmo, na Suécia, onde já é uma moda, para o Porto, nos Maus Hábitos, na passada 6ª feira. O Lunch Beat acontece à hora de almoço, sem álcool e com alguma comida ligeira, e pretende pôr toda a gente a dançar antes de regressar ao trabalho.

Foto de Lisa Soares, Global Imagens/JN 
Será que a ideia vai chegar a Lisboa ou espalhar-se pelo país?

sexta-feira, 9 de março de 2012

Do Norte

Sexta-feira é normalmente o dia sem marmita para a Rita, de Matosinhos. Começou a levar almoço para o trabalho há cerca de um ano, mas reserva um dia por semana para almoçar com alguns colegas. Um hábito muito salutar, porque a vida não é feita de poupar!


E a provar também que a Marmita Lisboeta nasceu em Lisboa mas é de todos os portugueses, no país ou no mundo.
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