sexta-feira, 30 de março de 2012

Anti-roubo

Mais um sistema anti-roubo de almoço no frigorífico do escritório:


Na Amazon.com

quarta-feira, 28 de março de 2012

Ovo da Páscoa

A Páscoa é uma altura tão boa - ou melhor - do que o Natal para oferecer - ou pedir que nos ofereçam, coff coff - livros, sejam de culinária ou não!

Por estes dias, dois livros de cozinheiros da nossa lista de sugestões estão a ser lançados: o "Ingrediente Secreto 2" do Henrique Sá Pessoa, com novas receitas do programa da RTP2, incluindo inéditas (para quem tem iPhone, dá para ver directamente o vídeo da receita no YouTube); e o novo livro da Joana Roque, do blogue "As Minhas Receitas", "Cozinhar, Celebrar e Partilhar", com receitas também inéditas!



Furoshiki

Na semana passada, levei uma fatia de "quiche de legumes da mummy" com arroz, mas a única Tupperware compatível em largura não tinha altura... Tampa aberta = prenúncio de desastre. Ou não!



Fiz um embrulho com as técnicas japonesas de furoshiki (os japoneses pensam em tudo, mestres que são na arte de marmitar, o Bento), com um guardanapo de pano. A ideia surgiu porque a minha mãe aprendeu esta técnica a partir do YouTube para levar sumos e bolo para a festa da escola da neta.


Fiquem com alguns vídeos desta técnica que podem ser úteis para levar comida para fora de casa, de uma maneira engraçada:





Não é muito diferente da antiga trouxa, mas não encontrei imagens.

terça-feira, 27 de março de 2012

Aos molhos

Ainda no tema dos molhos, para quem tiver possibilidade de fazer os molhos em casa, isso significa poupar, personalizar ao seu gosto e controlar os ingredientes:


Maionese da mãe 
No copo da varinha, com a varinha lá dentro, pôr sal, um dente de alho e azeite, até chegar à parte estreita da varinha. Bater e, sem deixar de bater, ir deitando azeite e quem quiser um pouco de óleo. Bater até subir.

Lactonesa (a partir de Saber Cocinar, da TVE)

Misturar um dente de alho com leite morno, até encher o copo da varinha à parte estreita. Juntar uma pitada de sal e ir deitando azeite até que suba.


Para mais receitas de molhos, podem ficar com a secção com o mesmo nome do Sabores do Sapo.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Molhos

A sugestão veio de uma das fãs d'A Marmita Lisboeta no Facebook: unidoses de molhos e temperos, para juntar a sanduíches, saladas, etc na hora de almoço:

À venda no Continente: azeite, mostarda, ketchup, vinagre, maionese

sábado, 24 de março de 2012

Sábado à noite

O par de filmes da sessão de Sábados à noite na RTP2 é esta semana dedicado ao tema dos restaurantes e à paixão da cozinha! Um programa gratuito, sempre com qualidade assegurada. E pode ser acompanhado por pipocas feitas em casa!


Às 22h40, Estômago, de Marcos Jorge (2007, Brasil):



Às 00h36, Soul Kitchen, de Fatih Akin (2009, Alemanha):


sexta-feira, 23 de março de 2012

Zen


Face a todas as notícias que diariamente nos rodeiam, encontremos a tranquilidade nos momentos de almoço... E bom fim-de-semana!

quinta-feira, 22 de março de 2012

"Namoridos"

A Cláudia Santos, do centro do país, escreveu-nos o seu testemunho de marmiteira, a que juntamos uma sugestão final...

“Sou adepta da marmita a sério, com comida a sério. Nunca percebi a teoria do “comer qualquer coisa no snack do outro lado da rua”. Só me dava vontade de apertar o pescoço às colegas, que, ainda por cima, se queixavam de estar gordas. Cheguei a partilhar receitas de "comida a sério" com indicação de valores calóricos e nutrientes. Gostava que se mentalizassem que comeriam melhor se aderissem à marmitagem. Poderiam ter a noção daquilo que comem.
Para mim, marmitar como deve de ser é aproveitar para comer bem. Proteínas, hidratos e legumes ou fruta. Como é possível trabalhar um dia inteiro com um salgado e um sumo, ou uma fatia de quiche minúscula e caríssima, ou comer uma sopa à pressa no balcão, de pé, no meio de 50 desconhecidos barulhentos!!!
Quando não estava perto de casa levava o almoço. Nunca me pareceu vergonha nenhuma, antes pelo contrário. Adoro cozinhar e comer, e exibir com orgulho algumas conquistas culinárias. Já marmitei em todo o lado: copas de bancos, call centers, escritórios, lojas e em último caso, no carro.
Compreendo que dá mais trabalho e que há dias em que é desagradável comer (sozinha ou não) a olhar para um recipiente de plástico. Tenho também a noção que nem todos gostamos de cozinhar. Mas, há pratos realmente saudáveis e fáceis de fazer. E, se cuidarmos de nós dá trabalho, também se traduz em resultados positivos. Saúde, elegância e boa disposição.

Hoje tenho o privilégio de almoçar em casa, mas o “namorido” leva um saco térmico com sandes e sumo, para o meio da manhã, e o termo com o almoço, que aquece no micro-ondas antes de sair de casa. Dantes, a empresa onde ele trabalha suportava o almoço num restaurante. Certo dia, propôs um aumento de salário em troca da perda desse “benefício”. O valor do aumento superou o custo da refeição caseira e, além disso, a barriguinha do “prato do dia com batatas fritas e do doce da casa” desapareceu em menos de uns meses.”

Só vantagens! E fica uma ideia: juntar uma mensagem especial na lancheira que eles só encontram à hora de almoço...

quarta-feira, 21 de março de 2012

Sushi caseiro

A Sónia, de Agualva, identifica-se como “croma da marmita”: “preparo marmitas desde 2005, bem antes de a Troika vir até cá!”. Ela e o marido são também “fãs e completamente viciados em sushi”! Por isso, já tinha experimentado há uns anos aventurar-se no sushi, a partir de receitas e livros. “Mas agora decidi tirar um curso para aprender algumas dicas importantes: aconselho quem quer começar a fazer começar por um curso, porque se não pode ficar desiludido e desanimar”. Fez o curso “Orienta-te", no Peixe na Linha no Estoril.

 

“É preciso pensar no sushi como um equilíbrio de sabores. O segredo é mesmo comer muito para perceber que sabores ficam bem. O grande segredo é o arroz e mistura de sabores. Mas o arroz é o mais complicado, é possível que se estrague algum arroz antes de conseguir atingir o ponto. Outra coisa a ter em atenção é o peixe, que deve ser fresco.

É importante comprar os utensílios certos (já há nas grandes superfícies ou nos Celeiro) e também devemos ter uma boa faca. Depois é enrolar! E convém não guardar este prato muito tempo, da noite para o dia seguinte e não mais que isso.”


E por aqui, há mais fãs de sushi e quem se aventure a fazer para levar para o almoço no trabalho?

terça-feira, 20 de março de 2012

Mais com menos

A lista é da revista Visão e aqui ficam aquelas dicas que mais directamente têm que ver com a alimentação:


  • Calcule o valor da comida que tem em casa. Sempre que deixar estragar alguma coisa ou atirar restos para o lixo, traduza o esbanjamento em euros. Vai ver que o desperdício diminui. Saiba que os americanos deitam fora 40% da comida que compram, segundo os cálculos de Jonathan Bloom, autor do livro Como a América manda fora quase metade da sua comida (e o que podemos fazer em relação a isso)


  • Leve marmita para o emprego. Seja com restos do jantar ou com comida preparada de raiz, é mais barato do que comer fora e quase sempre mais saudável. Além disso, não é vergonha nenhuma, pelo contrário: está na moda. O mesmo se aplica aos pequenos-almoços e lanches. Uma sanduíche feita em casa custa cinco vezes menos do que num café.

  • Evite os pré-cozinhados. A comida caseira é mais barata, saudável e, com tempo e dedicação, mais saborosa. "Cada vez compro menos coisas preparadas", assevera Rute Cairréu, do blogue Os Tostões Cá de Casa. "Até faço pão e bolachas, e raramente compro sumos - ou fazemos nós ou bebemos água."


  • Invista numa pequena horta. Basta meia dúzia de vasos para se tornar autossuficiente em ervas aromáticas. Quando se sentir mais confiante, arrisque num tomateiro, em rúcula, alface, curgete...


  • Não precisa de comprar bife do lombo para comer bem. Abuse das ervas aromáticas e das marinadas para melhorar o sabor dos alimentos, e guarde a água de cozer o frango para usar noutros pratos.


  • Nunca vá ao supermercado de estômago vazio. Um estudo do neurologista canadiano Alain Dagher mostra que a fome liberta uma hormona que faz a comida parecer mais apetitosa - com resultados desastrosos para a sua carteira. Os padrões de atividade do cérebro, nessa altura, têm semelhanças com os de viciados em drogas.


  • Planeie as suas compras de supermercado com base nos folhetos que recebe na caixa de correio, recheados de produtos baratos para atrair os clientes. Faça uma lista, antes de sair de casa e não se desvie um cêntimo.


  • Visite menos o supermercado. É preferível fazer compras para, pelo menos, a semana toda do que ir diariamente buscar legumes para a sopa do jantar e sair de lá com três sacos cheios de extras. E esprema a despensa e o frigorífico até ao fim, antes de ir às compras.


  • Não corte em tudo - faça opções. Escolha o que é mais importante para si. Prefere o ginásio ou a engomadoria? Gostava de jantar fora uma vez por semana ou comprar um jogo novo? O seu objetivo deve ser conciliar um modo de vida frugal, sem desperdício, com o conforto, e não passar a viver sem mimos.


  • Não pode passar sem a bica ou o cimbalino quando chega ao trabalho? Junte-se com os seus colegas e compre uma máquina de café decente. Após o investimento inicial (50 a 100 euros), cada chávena sai a cerca de 30 cêntimos. Quanto mais gente contribuir, mais rápido é o retorno do investimento.
  • segunda-feira, 19 de março de 2012

    sábado, 17 de março de 2012

    Re(kl)usa

    Ainda não encontraram o saco que vos enchesse as medidas, ou não gostam de levar uma geleira à vista? Porque não unir artesanato, causas sociais e empreendedorismo, tudo no feminino?

    O projecto Reklusa nasceu pela ideia de Inês Seabra, uma voluntária no Estabelecimento Prisional de Tires, que criou uma associação para ajudar no processo de reinserção social e reintegração profissional de reclusas e ex-reclusas. As peças de artesanato são produzidas pelas mulheres detidas naquele estabelecimento, reconhecidas pelo seu trabalho. Os pontos de venda podem ser consultados aqui (o mais conhecido fica na LxFactory).



    sexta-feira, 16 de março de 2012

    A expert

    A Ana Prazeres, do blogue freakveggie.blogspot.com, leva almoço há cerca de oito anos, desde que começou a trabalhar. No início, “comia numa copa, duma simples caixa”. Depois, passou a trabalhar como vendedora e a levar malas térmicas. “De há cerca de dois anos para cá aderi ao mundo maravilhoso dos Bentos”! Mandou vir os originais, japoneses, da Bento and Co., e está satisfeita porque não ganham cheiros e “tornam a coisa muito mais agradável à vista”! É uma “forma saudável, engraçada, económica e agradável” de preparar e levar as refeições nas suas deslocações diárias entre Lisboa e a região centro sul do país.


    Por isso, 80% das vezes come no carro, com um tabuleiro para servir de apoio e com um desinfectante para as mãos, “para o caso de não estar perto de um supermercado com casa de banho para as lavar. Acontece-me estar no meio de nenhures e ter que almoçar! Quando estou no escritório, como à secretária apesar de termos uma copa para o efeito”.

    Pratica diariamente o princípio das cinco refeições diárias levando lanches. “Tento também comer da forma mais saudável possível tendo o cuidado de o Bento ser constituído por: vegetal cru, vegetal cozinhado, hidrato de carbono complexo, proteína magra e fruta. Levo também o meu café e água.” Nos sacos térmicos (dois são da Hello Kitty e um da Built NY), vão também o “termo com café, estojo com talheres, guardanapo de pano, caixa com lanche da tarde (proteína magra e fruta), iogurte para o meio da manhã, caixinha com amendoins para o caso de chegar muito tarde”.

     

    E que receitas? A Ana partilha receitas no seu blogue, em http://freakveggie.blogspot.com/search/label/Bento. “Tenho Bentos para comidas frias e termos para sopas ou comidas quentes. Para os Bentos para comidas frias, penso que saladas, comidas sem gordura (molhos), frutas pequenas (tipo frutos silvestres, morangos, clementinas...), gressinos mini, cereais integrais (ou não), alimentos baby (pequeninos), tofu, carne ou peixe cozidos (ou frito raramente) cortados e sem espinhas, leguminosas cozidas, vegetais crus ou cozidos, omeletes, etc.”


    Até agora, só um acidente: uma sopa de feijão quente de mais fechada num termo que acabou “EXPLOSÃO DE SOPA à porta de um cliente...”.

    quinta-feira, 15 de março de 2012

    Marmita do 1º dia

    Trouxe marmita no 1º dia no novo emprego, com sanduíches, puré de maçã e broa caseira de laranja. Boas notícias: há copa totalmente equipada! Wish me luck!

    (fotos em breve da vista à hora de almoço, como a Maria João, mas do outro lado do rio)

    Alimentar

    Porque este blogue é dedicado à alimentação, fica uma sugestão para apoiar o Banco Alimentar que faz a chegar à mesa de muitas pessoas com dificuldades: a doacção de 0,5% do IRS. Mais info aqui.

    quarta-feira, 14 de março de 2012

    Lego for lunch

    Ainda no tema da Lego, ficam sugestões de caixas e garrafas para meninos e meninas, miúdos e graúdos!



    Lego drinking bottle, Lunch box, lunch bag e cutler em Amazon.co.uk

    Actualização: A loja da Marmita Lisboeta disponibiliza alguns destes produtos: ver aqui!

    segunda-feira, 12 de março de 2012

    Marmita com vista para o rio

    A hora de almoço com vista para o rio Tejo e para a Ponte 25 de Abril é um privilégio da Maria João.

    E vocês, como são os locais onde recarregam forças e energias?

    Receita arroz de polvo Vaqueiro

    sábado, 10 de março de 2012

    3 em 1, para 4

    Colher, faca e garfo num só! Da LightMyFire, à venda em Portugal na Decathlon, em packs de quatro, para os almoços individuais ou para quando a família vai fazer um piquenique!

      
    A minha é a vermelha, mas sem conotações clubísticas!

    sexta-feira, 9 de março de 2012

    Do Norte

    Sexta-feira é normalmente o dia sem marmita para a Rita, de Matosinhos. Começou a levar almoço para o trabalho há cerca de um ano, mas reserva um dia por semana para almoçar com alguns colegas. Um hábito muito salutar, porque a vida não é feita de poupar!


    E a provar também que a Marmita Lisboeta nasceu em Lisboa mas é de todos os portugueses, no país ou no mundo.

    segunda-feira, 5 de março de 2012

    Marmita familiar

    A Cláudia começou a levar almoço para o trabalho em Setembro passado, quando voltou a trabalhar depois da licença de maternidade. Vantagens? “Poder alimentar-me melhor (na zona não há muita escolha para almoçar), e ainda mais económico; também me sabe bem não ter de conduzir e andar de carro à hora de almoço”.


    Leva almoço de casa quase todos os dias, acondicionados em tupperwares “sempre criteriosamente seleccionadas”, por isso até ao momento não há registo de acidentes. Junta-lhe fruta e bolachas para a sobremesa e leva na lancheira térmica, ou neste novo saco que serve de toalha. Na verdade, “adoro sacos e malas!”. Prepara também o do marido e o lanche da filha mais velha.
    Qualquer receita funciona bem para aquecer no micro-ondas, mas diz que “o que é mesmo bom são os quiches de legumes da mummy”. E eu confirmo, porque também é a minha!

    sábado, 3 de março de 2012

    Festival do Chocolate de Óbidos

    Já arrancou a edição deste ano do Festival Internacional de Chocolate de Óbidos, até 25 de Março, dedicada aos 20 anos da EuroDisney. Um passeio a pedir marmita para a família!

    sexta-feira, 2 de março de 2012

    Da Bélgica

    Nuno Pinto da Cruz nasceu no Porto e entretanto passou por Inglaterra, França e Bélgica, onde vive há quatro anos. Foi de Bruxelas que nos enviou este testemunho que publicamos integralmente:

    Portugal tem poucas razões para sorrir, mas uma delas é a nossa relação com a comida. Consta que a tristemente célebre troika ficou chocada ao ver tantos seres terceiro-mundistas com o privilégio de comer decentemente à hora do almoço. 

    A ideia de «comer decentemente», apesar de ser alterável local e regionalmente, é suficientemente universal para percebermos que, a norte dos Pirenéus, a hora do almoço não é mais do que uma pausa técnica, um instante de descanso entre a manhã e a tarde de trabalho. Toda a noção de prazer é posta de lado. A meia hora do repasto serve a absorver as calorias e nutrientes exactamente necessárias a um bom rendimento laboral. Nem mais, nem menos, cambada de preguiçosos.

    Ora, uma refeição quente no restaurante familiar ao fundo da rua, complementada por um copo de vinho tinto da casa e rematada pela sobremesa do dia, não entra nessa definição. Aqui, na Europa que os portugueses, através de algum raciocínio misterioso, chamam de “civilizada”, a escolha repousa em duas hipóteses possíveis : uma sandes ou comida feita em casa. Tudo o que saia destas variáveis revela um apetite luxuoso e caro, incompreensível para estes povos estranhos que não estão habituados a fazer da vida um longo momento agradável. 

    A sandes pode ser comprada em todo o lado. Infelizmente, muitos belgas a quem as papilas gustativas já disseram adeus há muito tempo, afundadas em cerveja de má qualidade, optam por ir buscar a sandes da hora do almoço ao pior franchising da já trágica história dos mesmos, a Panos: rectângulos amarelos daquilo a que eles chamam, por aproximação, “queijo”, por cima de um pobre e pálido fiambre, decoradas por uma espécie de alface de plástico, tudo isto num pão que mesmo os condenados do gulag recusariam por uma questão de dignidade.

    Um dos grandes clássicos belgas é a massa bolonhesa, também cozinhada em versões mais complexas (lasanhas, por exemplo). Este é o segundo grande mistério do meu texto: a que se deve a paixão dos belgas pelos pratos mais banais da vasta comida italiana? Em várias marmitas belgas descobrirão variantes das mesmas.


    Se se quiserem explorar os bas-fonds dos hábitos culturais deste país, então convém experimentar um fritkot, referência civilizacional equivalente à barraquinha das bifanas mas bastante mais deprimente. Uma parte não negligenciável da população vai alimentar-se nesses lugares demoníacos onde uma espessa camada de gordura recobre paredes e epidermes. As refeições são equilibradas: metade batata-frita, metade maionese. Por vezes pede-se uma cervela, uma fricadelle, um bicky, uma mitraillette. Este é o vocabulário da perdição calórica. Almas sensíveis, prefiram passar ao largo.

    quinta-feira, 1 de março de 2012

    E o lanche, pá?

    O lanche também cabe na marmita! Várias pessoas nos têm relatado que juntam fruta, iogurtes ou algumas bolachas com o almoço. A poupança nas refeições intermédias com o lanche de casa é considerável, além de se zelar mais pela saúde.

    Geleira de lanche, desfocada e tudo

    E por aí, o que funciona melhor para o lanche da manhã/tarde?
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